“A maior parte da minha carreira eu trabalhei com estes compostos, então essa mudança me ajuda bastante”, comentou o piloto, que, após anos trabalhando com a empresa japonesa na Ferrari, teve que lidar com a Michelin em 2006.
Mesmo após uma temporada trabalhando com a Bridgestone, Felipe Massa não possui a mesma opinião do compatriota. Ele acredita que a Ferrari não vai se beneficiar muito da mudança. “Ajuda um pouco, mas a construção dos pneus será diferente. Vamos ter que trabalhar para manter a nossa vantagem”, analisou.
Rubinho, porém, aponta outros motivos para pensar na Honda de forma positiva no ano que vem. “Além de termos um novo túnel de vento, coisas difíceis este ano, como muita aparição para patrocinador, será mais fácil de lidar”, apostou.
Do alto de sua experiência de piloto mais veterano da Fórmula 1 – até o momento, ele é o único do grid que chegou a dividir a pista com Ayrton Senna – Barrichello também defende a limitação dos testes das equipes, que não poderão rodar mais que 30 mil quilômetros no ano.
“Não adianta querer andar mil quilômetros em um dia. Com metade disso, já dá para saber como é o carro”, explica o brasileiro, que volta às pistas no dia 28 e 29 de novembro para os primeiros testes de inverno da temporada 2007, programados para Barcelona, na Espanha. Lá, todas as equipes já estarão com compostos Bridgestone.
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