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Brasil

Rexona vence a Cimed de virada e disputa sua terceira final seguida

Arquivo Geral

21/03/2007 0h00

De virada, o Rexona-Ades confirmou seu favoritismo e derrotou a Cimed/Macaé por 3 sets a 1, parciais de 26/28, 25/23, 25/19 e 25/17. Com a vitória desta quarta-feira, no ginásio do Tijuca Tênis Clube, no Rio de Janeiro, a equipe do técnico Bernardinho vai disputar pela sexta vez na história – a terceira consecutiva – a final da Superliga feminina de vôlei.

Após fechar a série melhor de cinco em 3 jogos a 0, o Rexona tentará conquistar seu quarto título na competição contra o vencedor de Finasa/Osasco e Fiat/Minas .Caso o Osasco vença neste sábado, às 12h, na Arena Telemig, em Belo Horizonte, fará pela terceira temporada seguida a final com o Rexona. As mineiras decidiram o título com o Rexona na edição 99/00, quando as cariocas foram campeãs.

“Nosso time não está pronto para a final. Contra Macaé, não fomos consistentes em nenhum momento, alternando demais o ritmo. A semifinal não nos deixou contente. Vamos aguardar o próximo adversário e estudá-lo, para saber como a equipe poderá atuar”, analisou Bernardinho.

A levantadora Camilla Adão, do Rexona, recebeu o troféu de melhor jogadora em quadra. A oposto Danielle Scott, de Macaé, fez 25 pontos e foi a maior marcadora do confronto, que teve 1h52 de duração.

As duas equipes repetiram a escalação inicial da partida anterior. Com a recepção eficiente no começo do jogo, o Rexona facilitou a distribuição de bolas da levantadora Dani Lins e abriu 6/2. Quando a vantagem aumentou para cinco pontos (10/5), o técnico Sérgio Negrão pôs Monique na vaga de Patrícia Cocco. O ataque melhorou e, após dois pontos seguidos de Danielle Scott, Macaé virou o placar (14/13).

O técnico Bernardinho colocou Regiane no lugar de Estefânia e, em seguida, fez duas substituições simultâneas: Dani Lins e Renatinha deram lugar a Camilla Adão e Amanda. Fazendo boa leitura de bloqueio (conseguiu cinco pontos contra um do adversário neste fundamento no set), Macaé ficou perto da vitória num ataque de Monique (23/20). O Rexona, com belas defesas da líbero Fabi, ainda salvou três set points. E virou o placar numa cortada de Fabiana (25/24). No entanto, após uma cortada para fora de Regiane, a equipe visitante fechou em 28/26.

O segundo set começou equilibrado, com o Rexona conseguindo a primeira vantagem significativa no placar (12/8) após um ataque para fora de Danielle Scott. O Macaé tentou surpreender o adversário com uma variação diferente de jogadas, colocando a levantadora Eth na vaga de Carol Albuquerque. A alteração surtiu o efeito desejado e a equipe chegou ao empate, num ataque de Danielle Scott (19/18). Em seguida, numa cortada para fora de Regiane, Macaé ampliou (22/20).

Na reta final do set, a capitã Fabiana fez a diferença para o Rexona. Primeiro, ela combinou uma jogada rápida de meio com Camilla Adão e o placar ficou empatado (23/23). No ponto seguinte, Fabiana aproveitou um passe irregular de Macaé e pôs a bola no chão: 24/23. O terceiro ponto seguido da meio-de-rede foi num bloqueio, após uma tentativa de ataque da ponteira Monique: 25/23.

No terceiro set, o equilíbrio durou até o oitavo ponto. Como a qualidade do saque de Macaé caiu, Camilla Adão teve mais facilidade na distribuição e o Rexona abriu pela primeira vez no set uma vantagem de três pontos (11/8), apresentando um maior volume. A diferença aumentou, após um ataque de Regiane (19/14). Até que, num saque de Sassá, o Rexona fechou o set em 25/19. O time de Bernardinho conseguiu 17 pontos de ataque no set, contra 12 do adversário.

Na quarta parcial, a qualidade do passe de Macaé caiu e o Rexona abriu quatro pontos de vantagem (10/6). A diferença aumentou para nove pontos (17/8), com a ponteira Sassá se destacando no ataque, a levantadora Camilla Adão na distribuição e a meio-de-rede Thaisa no bloqueio. Num ace de Fabiana, o Rexona ficou perto da vitória (24/16). O ponto final (25/17) foi de Camilla Adão, que esteve em quadra na maior parte do tempo.

“Mais uma vez a responsabilidade caiu nas mãos das jovens jogadoras e faltou maturidade para vencer o jogo. Mas elas precisam passar por essas situações exatamente para amadurecer. O grupo foi guerreiro”, lamentou o técnico de Macaé, Sérgio Negrão.

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