Pelas semifinais da Superliga feminina, o Rexona/Ades viaja à cidade de Brusque, em Santa Catarina, para encarar a equipe do Brasil Telecom, às 20h30 horas (de Brasília) desta sexta-feira. Dessa forma, as cariocas terão o direito de realizar a segunda partida em casa, no 7 de abril, e caso seja necessária uma terceira partida, ela também acontecerá no Rio de Janeiro, no dia 11 de abril.
Para a partida, o treinador Bernardinho prevê um duelo complicado. “O Brasil Telecom cresceu bastante nessa reta final, se classificou por mérito. Agora pode surpreender, porque vai jogar mais tranqüilo. O time adquiriu confiança com essas duas últimas vitórias e virá como franco-atirado”, opinou o técnico.
A líbero Fabi também concorda com o seu comandante. “Temos de estudar bem o Brusque e nos preparar para esse confronto. O adversário vem crescendo e pode criar dificuldades. Tenho certeza de que a torcida local também dará um grande apoio ao time da casa”, afirmou.
Já a meio-de-rede Fabiana enumerou os pontos fortes das adversárias catarinenses. “Elas virão arriscando tudo, pois querem a vaga para a final. Além disso, a defesa delas é muito boa e as centrais são perigosas com bolas rápidas”, decretou.
Já do outro lado, a jogadora Elisângela, do Brasil Telecom, analisou o confronto contra o clube carioca. “O Rexona-Ades é o time a ser batido. Não só por ter ganho todos os turnos da primeira fase, mas por ser o campeão. Eles mantém essa hegemonia há algum tempo. Acredito que a grande comissão técnica tem muita responsabilidade nisso, mas não podemos deixar de falar na evolução de algumas jogadoras. Carol Gattaz, Regiane e Dani Lins, que depois da Fofão é a melhor levantadora brasileira no momento, estão jogando muito bem. Sabemos que o adversário é forte, mas vamos entrar para ganhar. Falei para as meninas que devemos apresentar 120% de nossas condições para vencer. Se for empatado, 100% para os dois lados, elas levarão vantagem, e vencerão”, afirmou.