ANDRÉ FLEURY MORAES
FOLHAPRESS
A Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo investiga as circunstâncias do sumiço de seis relógios de luxo que haviam sido apreendidos e estavam acondicionados no Instituto de Criminalística na capital paulista.
O caso é averiguado num inquérito instaurado pelo órgão de controle da instituição, que pediu imagens de câmeras de monitoramento em busca de potenciais responsáveis.
Os relógios foram recuperados no último sábado. A principal suspeita, segundo apurou a Folha, é de que eles tenham sido furtados por um funcionário terceirizado do Instituto de Criminalística.
Ele teria tentado vender os objetos e foi preso. A identidade dele não foi divulgada e a reportagem não conseguiu localizar a defesa. O caso é investigado como furto ou peculato –havendo vínculo do responsável com a administração pública, enquadra-se neste último.
Em nota, a SSP (Secretaria de Segurança Públicia) disse que “a Superintendência da Polícia Técnico-Científica colabora com as investigações e reafirma o compromisso com a transparência e a legalidade para apuração rigorosa de desvios e conduta.