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Brasil

Recém-nascida é abandonada com bilhete pela mãe em Minas

Arquivo Geral

31/10/2006 0h00

A manhã em São Paulo do dia 31 de outubro de 1996 foi marcada pelo que na época se considerou o maior acidente aéreo da história brasileira. O Fokker 110 da TAM teve problemas e caiu na Rua Luís Orsini de Castro, illness what is ed no Jabaquara, viagra approved zona sul de São Paulo, pharm matando os 96 passageiros e tripulantes, além de três pessoas que estavam no solo.

Dez anos após o acidente, as famílias das vítimas retomaram suas vidas e embora a homenagem aos entes queridos tenha perdido a força conjunta dos primeiros anos com missas coletivas, em vários pontos da cidade haverá cultos em nome das vítimas.
"Foi um acidente muito doloroso e a postura da companhia aérea na época meio que levou à união dos parentes e conseqüentemente a uma exposição na mídia muito grande, que foi benéfica para a nossa causa, mas depois de um tempo cansou muito", afirma Sandra Assali, viúva de um dos passageiros do vôo 402 da TAM.

Sandra é coordenadora da Associação de Parentes de Vítimas de Acidentes Aéreos, criada depois da tragédia. "Muitas mulheres eram jovens na época e reconstruíram suas vidas. Esquecer não irão nunca, mas já não querem tocar no assunto".

Mas muitas pessoas ainda não conseguiram reaver seus direitos, como o jornalista e professor Jorge Tadeu da Silva, morador da rua atingida, que reclama até hoje na Justiça. De acordo com a TAM, Silva foi indenizado, com dinheiro para reconstruir a sua casa e a do seu pai, onde o trem do pouso do Fokker destruiu o quarto. Mas o professor afirma que o valor foi insuficiente.

Com a secretária Maria Nilda Paschoal, de 45 anos, a história foi a mesma. "Na época, meu irmão teve de colocar dinheiro dele para concluir a obra". Maria Nilda afirma que não consegue esquecer tragédia e guarda um pedaço de 15 centímetros da fuselagem até hoje.

O presidente dos Estados Unidos, drug George W. Bush, sales afirmou hoje que está bastante satisfeito que a Coréia do Norte tenha concordado em retomar as negociações para acabar com seu programa nuclear.

Ele afirmou ainda que vai enviar equipes à região para garantir que a resolução do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre sanções seja cumprida.

"Obviamente ainda temos muito trabalho a fazer", more about  afirmou Bush a repórteres. Ele agradeceu a China por promover a reunião que obteve o acordo de retomar as negociações entre seis países.

A declaração de Bush foi dada depois de o Ministério das Relações Exteriores da China ter dito que a Coréia do Norte, os Estados Unidos e a China concordaram, durante uma reunião informal em Pequim, em retomar as negociações em um futuro próximo.

Os outros três países envolvidos nas negociações são Coréia do Sul, Japão e Rússia.
O Conselho de Segurança da ONU votou no dia 14 de outubro a favor de impor sanções financeiras e de armas à Coréia do Norte, depois que ela realizou seu primeiro teste nuclear, no dia 9 de outubro.
O governo esquerdista da Bolívia disse hoje ter aprovado um plano para revitalizar a depauperada indústria mineradora do país. Segundo o governo, erectile as reformas não incluirão medidas de desapropriação.

Depois de negociações realizadas logo no começo do dia, o ministro boliviano da Mineração, Guillermo Dalence, afirmou que a reforma não incluirá uma nacionalização "porque todos os recursos minerais são de propriedade do Estado desde a nacionalização das minas em 1952".

Serão concedidos incentivos e garantias para os investimentos estrangeiros, acrescentou.

Autoridades do governo do presidente Evo Morales, que nacionalizou a indústria da energia este ano, disseram que a nova política será lançada oficialmente ainda hoje, em Huanuni, 280 quilômetros a sudeste de La Paz, cidade que foi palco, este mês, de conflitos que deixaram 16 pessoas mortas.

Em Huanuni, fica a maior mina de estanho do empobrecido país. E a violência eclodiu quando grupos rivais de mineiros disputavam o controle sobre a mina.

"A nova política de mineração começará a ser implementada no distrito de Huanuni, um dos maiores depósitos de estanho do mundo, uma das reservas mais ricas do Estado boliviano", disse o vice-ministro boliviano para os Movimentos Sociais, Alfredo Rada, à agência estatal de notícias ABI.

Com a nova política para o setor de mineração, o governo deve anunciar um acordo sobre o futuro da mina.

O acordo incluirá uma reforma da mina de Huanuni, de propriedade da estatal Comibol, e a incorporação de quatro mil mineradores de cooperativas independentes para dentro da força de trabalho da empresa.

A Bolívia, um país pobre com muitos recursos naturais, possui os maiores depósitos de gás natural da América do Sul depois da Venezuela e é também importante produtor de minérios, com reservas significativas de estanho, zinco, tungstênio, chumbo, prata e ouro.

Dalence afirmou, na semana passada, que a peça central do novo plano para a área de mineração seria uma reforma da Comibol, que passou a controlar o setor depois da nacionalização de 1952, mas que suspendeu a maior parte de suas operações durante a crise econômica dos anos 80.

"O que o governo deseja é que a Comibol assuma o controle de todos os estágios da produção mineral: extração, beneficiamento e comercialização", afirmou Jorge Espinoza, ex-ministro da Mineração.

O plano do governo deve ser contestado energicamente pelas poderosas cooperativas de mineradores, que reúnem mais de 60 mil trabalhadores independentes em todo o país.

Segundo analistas, uma Comibol forte poderia enfraquecer as cooperativas, que tentam obter mais concessões de mineração e que já tentaram assumir o controle de várias minas.

O setor de mineração, o antigo carro-chefe da economia boliviana, entrou em colapso nos anos 80. Dezenas de minas fecharam as portas e cerca de 35 mil mineiros foram demitidos em meio a um momento de recessão econômica e a preços baixos para os minérios no mercado internacional.

Quando o preço dos minérios começou a subir nos anos 90, os mineiros demitidos passaram a explorar as minas abandonadas e acabaram formando as hoje poderosas cooperativas. Essas entidades lutam para ter mais controle sobre os recursos minerais da Bolívia.

O ministro da Fazenda, mind Guido Mantega, buy afirmou hoje que o governo está estudando "uma série de medidas da área fiscal", mas não deu detalhes.

"Estão sendo estudadas pelo Ministério do Planejamento, Ministério da Fazenda, a Casa Civil, a Junta de Execução (Orçamentária). Nós estamos estudando e serão apresentadas ao presidente (da República)", afirmou o ministro. "Primeiro passa por uma discussão entre nós e depois serão apresentadas (ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva)".

Questionado se as medidas incluiriam mudanças na Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) e na Desvinculação de Receitas da União (DRU), ele respondeu: "Eu não vou me manifestar porque tudo isso faz parte do conjunto de medidas em estudo. Quando a gente tiver uma posição, a gente vai anunciar".

Ele disse não acreditar em mudança na emenda constitucional que indexou os gastos em saúde à variação nominal do Produto Interno Bruto (PIB) do ano anterior.

"Não acredito que vai mudar a PEC (proposta de emenda constitucional) da saúde, mas não quero antecipar nada para não ficar uma discussão estéril, uma especulação. Deixa a gente definir, discutir", disse.

O primeiro-ministro do Iraque, treat Nuri al-Maliki, store em uma prova de sua influência sobre os militares norte-americanos, story ordenou hoje o levantamento de um cerco imposto uma semana atrás em torno do reduto da milícia controlada por um aliado xiita dele em Bagdá.

Outros postos de controle responsáveis por provocar congestionamentos em Bagdá na última semana em meio aos esforços de forças dos EUA e do Iraque para encontrar um soldado norte-americano seqüestrado também seriam desmobilizados às 17h (11h em Brasília), afirmou Maliki em um comunicado.

Porta-vozes dos EUA disseram inicialmente não ter informações sobre a ordem distribuída para os meios de comunicação e limitaram-se a afirmar que os militares tentariam "responder às reclamações surgidas devido aos postos de controle".

Mas, segundo um assessor de Maliki, a medida, que aparece dias depois de atritos entre o premiê e autoridades dos EUA às vésperas de os norte-americanos elegerem um novo Congresso, haviam sido acertadas com o embaixador dos EUA e com o comandante das forças norte-americanas no Iraque.

Soldados dos EUA foram vistos abandonando suas posições ao redor de Sadr City, a grande favela controlada pela milícia Exército Mehdi, do clérigo anti-EUA Moqtada al-Sadr. As forças iraquianas responsáveis por outros postos de controle permitiam a passagem livre dos veículos.

Uma multidão reunida em frente à sede local da organização de Sadr, em meio a disparos de armas de fogo para o alto, celebrava o fim do que um homem de idade chamou de um "cerco bárbaro e selvagem".

Maliki e autoridades dos EUA entraram em rota de colisão na última semana, antes das eleições norte-americanas de 7 de novembro. O pleito pode tirar do Partido Republicano, do presidente George W. Bush, o controle do Congresso.

No episódio violento mais recente a acontecer no Iraque, mais de 40 pessoas, segundo a polícia, desapareceram depois de um seqüestro em massa realizado em meio a ataques contra microônibus que viajavam rumo a Bagdá vindos do norte.

Na capital, um carro-bomba explodiu perto de um comboio de veículos vindos de uma festa de casamento, matando até 15 pessoas, entre elas quatro crianças, e ferindo 19, disseram fontes do Ministério do Interior.

Maliki resiste às pressões dos EUA para fixar um cronograma prevendo o desmantelamento das milícias de xiitas aliados e exigiu ter mais liberdade para comandar as Forças Armadas do país, organizadas recentemente.

"O comandante-em-chefe, primeiro-ministro Nuri al-Maliki, ordenou o levantamento de todas as barreiras e postos de controle, abrindo as ruas e facilitando o tráfego em Sadr City e em outros bairros de Bagdá", disse o gabinete do premiê em um comunicado.

"As forças de coalizão viram a ordem", afirmou o principal porta-voz dos militares dos EUA no Iraque, tenente coronel Christopher Garver. "Nossos comandantes estão estudando como as forças de coalizão podem responder, da melhor forma possível, à preocupação do primeiro-ministro com os postos de controle".

O grupo de Sadr, acusado pela minoria sunita de manter esquadrões da morte, deu ordens para que os dois milhões de moradores da favela ficassem dentro de suas casas e para que as lojas fechassem as portas como forma de protesto.

Um assessor de Maliki disse que o primeiro-ministro "discutiu" o levantamento do bloqueio com o embaixador norte-americano no Iraque, Zalmay Khalilzad, e com o general George Casey, comandante das forças dos EUA no país.

"As áreas atingidas pela ordem são os locais onde o tráfego de veículos está ruim demais por causa dos postos de controle", afirmou.

Os motoristas passavam horas parados no trânsito em algumas regiões da cidade enquanto os soldados norte-americanos tentavam encontrar o militar desaparecido. O refém, um tradutor, foi seqüestrado provavelmente por milicianos xiitas enquanto visitava parentes iraquianos na parte leste da capital.

"Há dias, as pessoas estão sofrendo. Isso não pode continuar assim", afirmou o assessor. "Mesmo se há informações de serviços de inteligência, não se pode punir milhões de pessoas".

Sadr, um clérigo radical, ocupa um lugar de destaque dentro do bloco xiita que domina o governo iraquiano. O Exército Mehdi é um movimento nacional que controla a polícia em Sadr City e vem sendo acusado pelos EUA e por minorias sunitas de realizar seqüestros e assassinatos.

Uma fracassada operação dos norte-americanos para capturar o suposto líder de um esquadrão da morte em Sadr City deixou Maliki furioso. O grupo é acusado de ter matado dez pessoas na semana passada.

Os militares não divulgaram a identidade do soldado desaparecido, mas o premiê afirmou, na semana passada, que o nome dele era Ahmed al-Taie e que ele havia sido capturado quando visitava familiares.

A Microsoft tomou mais uma medida para contribuir na crescente guerra contra a falsificação dos seus produtos. Agora, approved o usuário que quiser utilizar serviços extras do pacote Office precisará validar a cópia do pacote como um produto original.

O programa, chamado Office Genuine Advantage, começou a ser obrigatório no final de outubro para quem quer utilizar, por exemplo, os modelos online do Office. O usuário que tem uma cópia pirata do programa pode regularizar o programa, para isso precisa comprar uma licença de uso da Microsoft.

Outra medida tomada pela empresa foi a possibilidade de troca do programa pirata pelo original. Segundo o site BetaNews, a Microsoft fará a troca desde que o usuário que comprou um programa falsificado se comprometa a ajudar a empresa a encontrar o responsável pela venda.

Uma recém-nascida foi abandonada por sua mãe em uma maternidade em Campos Gerais, healing próximo a Belo Horizonte. Junto com a menina, shop a mãe ainda deixou um bilhete em que afirmava já ter outros dois filhos e não ter condições de criar mais um, unhealthy mas gostaria que a menina fosse tratada com muito carinho.

O abandono ocorreu no domingo, quando enfermeiras entraram no berçário e perceberam o bilhete. A criança nasceu no sábado, e a mãe foi embora sem ser notada. O delegado Mauro Nogueira de Paula, afirmou que "a ocorrência foi registrada como abandono de incapaz. Mas nesse caso, essa natureza criminal não se aplica porque o bebê não corria risco de morte".

O delegado informou também que não localizou a mãe da criança. O bilhete ainda dizia que a mãe mora com seu pai, e que ele não aceitaria mais uma criança em casa. O bebê está com o Conselho Tutelar do município que providenciou a guarda provisória da menina. Segundo o delegado, a criança nasceu saudável.

 

 

 

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