Precisando de apenas um ponto para ficar com a taça, Alonso, por sua vez, prefere ser cauteloso. “Ele já fez isso duas vezes no passado”, comentou, se referindo aos campeonatos de 1994 e 1997. “Estamos atentos pelo o que ele fez”, emendou em entrevista aos alemães do Abendzeitung. Nesta quarta-feira, o chefe da divisão de motores da Renault, Denis Chevrier, disse não acreditar que o alemão jogará “sujo” no Brasil.
Em 1994, Schumi ficou com a taça após jogar o carro em cima de Damon Hill no GP da Austrália, tirando o britânico da prova, acabando com as chances de título dele. Em 1997, a manobra foi repetida em cima de Jacques Villeneuve em Jerez de la Frontera mas, sem sucesso, o alemão foi desclassificado da temporada.
Além de Ralf, Schumacher pode ter outros dois escudeiros no Brasil: Felipe Massa, seu companheiro de Ferrari, e Kimi Raikkonen, que já tem contrato assinado para defender a escuderia de Maranello nas próximas três temporadas.