Kimi Raikkonen se acomodou com a terceira posição em Sepang? Para o jornal espanhol Marca, a história não é bem assim. Segundo a publicação, o finlandês da Ferrari não atacou a McLaren de Lewis Hamilton com maior afinco porque havia o medo de o motor do carro simplesmente quebrar por excesso de esforço.
Após a vitória no GP da Austrália, Kimi descobriu que um vazamento de água poderia lhe obrigar a trocar de motor para a disputa na Malásia, o que o faria perder dez posições no grid de largada. A escuderia de Maranello, no entanto, preferiu apenas reparar o motor do piloto, de forma que ele foi obrigado a correr com um máximo de 17500 rpm, contra 19000 em condições normais. Uma perda de aproximadamente 75 cavalos em relação às McLaren e seu companheiro Felipe Massa.
“Sabíamos que o nosso motor não estava 100%”, admitiu o finlandês após a corrida. “Mas queríamos assegurar a confiabilidade. Não tínhamos condições de correr riscos estúpidos”, justificou o piloto. Na corrida, a McLaren conseguiu as duas primeiras colocações no pódio e aumentou ainda mais a sua vantagem no Mundial de Construtores. Agora, o time inglês possui 32 pontos, contra 23 da Ferrari.