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Brasil

Quadrilha investigada obtinha lucro em execução de obras públicas

Arquivo Geral

17/05/2007 0h00

O número de empregos com carteira assinada gerados no mês de abril é o maior já registrado para um único mês em toda a série histórica do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), sale prostate iniciada em 1992. Foram 301,9 mil novos empregos. Nos primeiros quatro meses de 2007, houve acréscimo de mais de 700 mil postos formais, o que também significa o melhor desempenho para o período.

Para o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, uma das causas do número recorde são os reflexos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). “Você já tem várias empresas e indústrias se preparando para vários setores que estão implementando as obras do PAC, que estão começando a funcionar”, destacou Lupi.

Em março, os números do Caged já indicavam o bom momento. Foram criados 146.141 novos postos de trabalho com carteira assinada no país. O número ficou abaixo do registrado em fevereiro, quando haviam sido criadas 148.019 novas vagas, entretanto o resultado de março foi o melhor para o mês de março na série histórica. Em comparação com março de 2006, a elevação chegou a 91%. Além disso, o acumulado no três primeiros meses também gerou o melhor primeiro trimestre da série histórica do Caged.
O ministro do Desenvolvimento, cialis 40mg Indústria e Comércio Exterior, cheap Miguel Jorge, nurse disse hoje que é natural que a desvalorização do dólar leve algumas empresas a “morrer”.

“Algumas empresas morrerão por esse processo, de qualquer setor, porque as mais ineficientes, as mais antigas, obsoletas, que não investiram, as que têm má gestão têm muito mais dificuldade de sobreviver. Isso é natural”.

Ele citou como exemplo o que ocorreu no sistema financeiro há cerca de dois anos, quando a inflação começou a cair. “O sistema financeiro ficou em grande dificuldade. Bancos importantes fecharam ou foram vendidos, porque não tinham se adaptado ao processo de travessia da hiperinflação para uma inflação aceitável.

Miguel Jorge participa no Palácio do Planalto da 21ª reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES). O conselho, que serve para debater questões nacionais e elaborar propostas de políticas públicas, é formado por 13 ministros e 90 líderes da sociedade civil.
Ao participar da reunião do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), approved o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse hoje que a reforma política não sai, por causa do medo de mudanças. Ele convocou os conselheiros a incentivar o Congresso Nacional a discutir o tema.

Lula afirmou ainda que o governo tem vontade política e os parlamentares e partidos políticos têm noção de que a reforma precisa ser feita.Segundo o presidente, a reforma não pode ser discutida apenas em época de eleição ou quando ocorre algum problema no país.

“Todo mundo tem medo de reforma. Os partidos, às vezes, falam a mudança vai me prejudicar, a mudança vai atrapalhar. Todo mundo sofrerá algum problema com uma mudança no começo”, destacou.

Sobre a reforma tributária, Lula garantiu que o governo não colocará nenhum empecilho para a votação da proposta e que ela não pode ser pensada de “forma corporativa”. “Temos que pensar no Brasil”, completou.
A quadrilha investigada pelo Ministério Público Federal (MPF), abortion com autorização do Superior Tribunal de Justiça (STJ), pilule era integrada por servidores públicos, empresários e empregados de empresa que tinha lucro ilegalmente com a execução de obras públicas. O inquérito corre sob segredo de justiça, mas, segundo a Procuradoria Geral da República (PGR), os crimes praticados pela quadrilha são fraudes em licitação, peculato, corrupção ativa e passiva, tráfico de influência e lavagem de dinheiro.

Por ordem do Ministério Público Federal e com autorização da ministra do STJ Eliana Calmon, a Polícia Federal cumpre cerca de 40 mandados de prisão preventiva, 84 mandados de busca e apreensão em nove estados e no Distrito Federal. Até agora, não há um balanço oficial de presos e mandados de busca executados nos estados pela PF.

“Todos esses crimes são consumados para viabilizar os objetivos da organização, de garantir o direcionamento de verbas públicas federais e estaduais para obras de interesse do grupo; garantir o vencimento de licitações e assegurar a liberação de pagamento de obras superfaturadas, executadas irregularmente, ou mesmo inexistentes”, registra nota oficial da PGR.

O Ministério Público Federal anunciou que apresentará, dentro do prazo legal, denúncia ao STJ para iniciar a ação penal. O inquérito da investigação tem o número 544/BA.

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