Uma decisão controversa tomada pelo diretor de prova neste sábado em Nürburgring comprometeu o fim de semana de Bruno Senna na Fórmula GP2. O piloto brasileiro foi punido com uma passagem pelos boxes por causa de um toque com o irlandês Adam Carroll quando disputavam a oitava colocação da corrida de abertura da rodada dupla do GP da Europa. A vitória ficou com o alemão Timo Glock e Senna chegou em 15º.
O brasileiro ficou inconformado com a penalidade. Além de deixar de ganhar um ponto, o piloto perdeu a oportunidade de largar na pole position – pelo regulamento, os oito primeiros colocados do sábado partem em posições invertidas na “sprint race” (corrida curta) de domingo. “Ainda vou conversar com o diretor de prova para saber que critério ele usou para me dar o drive thru. Já vi um monte de batidas na GP2 que passaram em branco”, reclamou.
Depois de sair em 16º em função da falta de melhor acerto do carro da Arden, Bruno ocupava a nona colocação na 19ª volta quando se aproximou de Carroll, vencedor de uma das provas do GP da Inglaterra. “Eu nem pretendia passá-lo naquele momento. Sabia que ele estava com problemas de freios naquela curva e esperaria por mais uma volta. Mas Carrol abriu tanto a porta que aproveitei a oportunidade naturalmente. Só que ele resolveu voltar e os carros se chocaram. Não tive intenção nem culpa”, afirmou.
Enquanto Bruno prosseguiu, o piloto da equipe FMS abandonou com o motor apagado. “Além de tudo, demoraram um monte para me punir. Se tivessem anunciado antes, eu entraria logo nos boxes e ainda poderia terminar melhor colocado”, lamentou o brasileiro.
Bruno reconhece que as chances de subir da quinta colocação que passou a ocupar no campeonato com 24 pontos diminuíram consideravelmente na prova deste domingo. “O carro até que melhorou em comparação com os treinos da sexta-feira. Mudamos a aerodinâmica e o acerto mecânico, mas ele continua saindo um pouco de frente e de traseira, dependendo do setor do circuito. Vamos analisar as informações da telemetria e mexer no que for necessário.”
O brasileiro ficou inconformado com a penalidade. Além de deixar de ganhar um ponto, o piloto perdeu a oportunidade de largar na pole position – pelo regulamento, os oito primeiros colocados do sábado partem em posições invertidas na “sprint race” (corrida curta) de domingo. “Ainda vou conversar com o diretor de prova para saber que critério ele usou para me dar o drive thru. Já vi um monte de batidas na GP2 que passaram em branco”, reclamou.
Depois de sair em 16º em função da falta de melhor acerto do carro da Arden, Bruno ocupava a nona colocação na 19ª volta quando se aproximou de Carroll, vencedor de uma das provas do GP da Inglaterra. “Eu nem pretendia passá-lo naquele momento. Sabia que ele estava com problemas de freios naquela curva e esperaria por mais uma volta. Mas Carrol abriu tanto a porta que aproveitei a oportunidade naturalmente. Só que ele resolveu voltar e os carros se chocaram. Não tive intenção nem culpa”, afirmou.
Enquanto Bruno prosseguiu, o piloto da equipe FMS abandonou com o motor apagado. “Além de tudo, demoraram um monte para me punir. Se tivessem anunciado antes, eu entraria logo nos boxes e ainda poderia terminar melhor colocado”, lamentou o brasileiro.
Bruno reconhece que as chances de subir da quinta colocação que passou a ocupar no campeonato com 24 pontos diminuíram consideravelmente na prova deste domingo. “O carro até que melhorou em comparação com os treinos da sexta-feira. Mudamos a aerodinâmica e o acerto mecânico, mas ele continua saindo um pouco de frente e de traseira, dependendo do setor do circuito. Vamos analisar as informações da telemetria e mexer no que for necessário.”