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Brasil

Professores municipais do Rio decidem manter greve

Arquivo Geral

15/10/2013 16h30

Reunidos em assembleia, os professores da rede municipal do Rio resolveram nesta terça-feira, 15, manter a greve iniciada em 8 de agosto. No encontro realizado na Tijuca, foi discutida também uma proposta de suspensão da paralisação por três dias para trazer de volta o prefeito Eduardo Paes (PMDB) à mesa de negociação. No entanto, a continuidade da greve foi aprovada por maioria. Para a tarde desta terça-feira, os professores projetam cem mil manifestantes numa passeata entre a Igreja da Candelária e a Cinelândia, em novo ato em defesa da educação.

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    Arquivo Geral

    04/10/2013 20h03

    Os professores a rede de ensino da Prefeitura do Rio decidiram manter a greve, iniciada em agosto (com interrupção de dez dias em setembro), pelo menos até quarta-feira, 09, quando haverá nova assembleia.

    Depois de assembleia desta sexta-feira, 04, no Clube Municipal (Tijuca, zona norte), que durou três horas e reuniu cerca de 4 mil profissionais, eles saíram em passeata rumo à prefeitura, na Cidade Nova (região central). Tentaram ser recebidos pelo prefeito Eduardo Paes (PMDB), mas não conseguiram sequer entrar no prédio, cujas grades estavam fechadas. A Polícia Militar (PM) protegia o edifício, mas não houve confronto.

    Na assembleia, a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa recolheu denúncias de abusos policiais em manifestações. Mais de 40 pessoas forneceram informações, referentes principalmente à última terça-feira, quando houve protesto violento no centro antes, durante e depois da votação do plano de cargos e salários do magistério, na Câmara de Vereadores.

    A passeata foi acompanhada com discrição por policiais. Ao passar por um grupo de dez policiais, professores gritaram palavras de ordem como “au, au, au, cachorrinho do Cabral (o governador Sérgio Cabral)”. Não houve reação policial.

    Segundo os sindicalistas, 80% dos professores da rede municipal pararam. A Secretaria Municipal de Educação não forneceu o dado oficial. Na rede estadual, também em greve, a adesão é menor: 20%, conforme os professores, e menos de 1%, de acordo com a Secretaria de Educação.

    Para os próximos dias, convocaram uma série de atos. Os principais serão na segunda-feira, 07, caminhada da Candelária à Cinelândia (centro), e no dia 15, o Dia do Professor, para o qual foi agendada uma marcha pela educação pública. No dia 11, haverá um ato de repúdio à violência policial contra os professores, para o qual foram convidados políticos e artistas.

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      Arquivo Geral

      03/09/2013 19h31

      Os professores da rede municipal de ensino do Rio decidiram nesta terça-feira, 3, manter a greve iniciada em 8 de setembro. Eles promoveram uma assembleia na Lapa, na região central, durante a tarde, e em seguida fizeram caminhada até a Câmara Municipal. Uma nova assembleia está marcada para esta quinta-feira, 5, às 10 horas, em frente à prefeitura.

      Os professores pediram 19% de aumento e o prefeito Eduardo Paes (PMDB) ofereceu 15,29%. Paes também se comprometeu a encaminhar para votação na Câmara em 30 dias o plano de cargos e salários, abonar os dias parados, devolver os valores descontados e reduzir a carga horária dos funcionários administrativos de 40 para 30 horas. Os professores ainda cobram mudanças pedagógicas e um cronograma com prazos para essas alterações, entre outras reivindicações.

      Nesta segunda-feira, 2, a Justiça concedeu liminar em ação proposta pelo município do Rio ordenando que os professores encerrem a greve em 48 horas. Caso eles não retomem o trabalho, o sindicato que representa a categoria será multado em R$ 200 mil por dia em que a greve for mantida. O sindicato informou nesta terça-feira, em nota, que ainda não havia sido notificado da decisão, mas que o departamento jurídico já preparava um recurso para derrubar a liminar.

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        Arquivo Geral

        26/08/2013 20h40

        Os professores da rede municipal de ensino do Rio decidiram nesta segunda-feira manter a greve iniciada no dia 8. Cerca de 5 mil docentes se reuniram em assembleia no Terreirão do Samba, no centro da capital fluminense, para discutir a proposta apresentada pela prefeitura durante reunião promovida na sexta-feira, 23, entre diretores do sindicato da categoria, o prefeito Eduardo Paes (PMDB), e a secretária municipal de Educação, Claudia Costin. Eles optaram por manter a greve ao menos até esta quarta-feira, 28, quando haverá nova assembleia, às 15 horas.

        A categoria reivindica 19% de aumento e Paes ofereceu 15,29%. Ele também se comprometeu a encaminhar para votação na Câmara Municipal em 30 dias o plano de cargos e salários, abonar os dias parados, devolver os valores descontados e reduzir a carga horária dos funcionários administrativos de 40 para 30 horas.

        Durante a assembleia, dez professores defenderam o fim da greve e outros dez se declararam favoráveis à manutenção dela. Os pedidos ainda pendentes, que fizeram a categoria manter a greve, são o fim da meritocracia, a criação do sexto tempo de aula (hoje são cinco) e a mudança de metodologia pedagógica. De acordo com o sindicato, a autonomia dos professores é reduzida pelas metodologias aplicadas na rede municipal.

        Em nota, a administração municipal afirma que ficou surpresa com a decisão da categoria de manter a greve, uma vez que “na última reunião (…), o sindicato e a prefeitura do Rio chegaram a um acordo”. “Ambas as partes assinaram ata com todos os itens firmados. (…) A prefeitura lamenta que os alunos sejam prejudicados.”

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