O principal nome interessante à equipe seria, por enquanto, o da Nissan. O problema seria a gestão administrativa da marca, que é comandada paralelamente pela Renault. Segundo o jornal francês Journal du Dimanche, Alain Prost poderia ser o principal nome a ajudar nas negociações entre equipe e montadora.
“Só podemos reafirmar que não pretendemos nos aproximar da Fórmula 1 da maneira convencional. Nossa estratégia será a de formar parcerias”, revelou um porta-voz da Prodrive ao site britânico Crash.Net. “É a escolha lógica, que trará benefícios para todos, em todos os níveis”, completou.
Além da Nissan, comenta-se da possível chegada da Hyundai e da Aston Martin. A primeira já demonstrou interesse em integrar a categoria desde que foi anunciada a chegada da Coréia do Sul ao calendário, em 2010. A segunda também teve seu nome ligado à Prodrive, especialmente por se envolver em categorias esportivas de carros de turismo.
Apesar de a montadora britânica ter conseguido alguma experiência na categoria entre 59 e 60, a Prodrive nega a aproximação. “Continuamos discutindo com alguns parceiros, mas não divulgaremos a natureza exata das discussões, nem as partes envolvidas. Não estamos cogitando a possibilidade de vender a entrada da Prodrive na Fórmula 1 para alguém”, respondeu a equipe.