“A morte de Clay Regazzoni roubou de nós um homem de coragem e generosidade, que viveu para demonstrar estes valores”, disse o dirigente. “Lembro-me dele não só por ser um dos meus melhores pilotos, mas também por apoiar de verdade a Ferrari. Para ele, as corridas tinham que ser disputadas até o limite, da primeira à última volta.”
Luca di Montezemolo lembrou do Mundial de 75, quando comemorou com Regazzoni o título conquistado pelo austríaco Niki Lauda e garantiu que as vitórias conquistadas com a escuderia de Maranello jamais serão esquecidas pelos ferraristas. “É um momento muito triste para mim, especialmente pelo caráter ‘ítalo-suíço’ que ele significava para os dois países. Ele era uma pessoa única mesmo fora das pistas”, disse.
Título
Paralelamente ao clima de luto, a Ferrari comemorou o prêmio recebido por seus trabalhadores e garante que este será o primeiro passo para que o time vermelho recupere em 2007 a coroa tomada por Fernando Alonso nos últimos dois anos.
“Para nós, (o prêmio dos empregados) é como conquistar um Mundial. No ano que vem, certamente iremos vencer de novo o campeonato, pois temos excelentes pessoas trabalhando conosco”, garantiu.