O P-SOL vai entrar até amanhã com uma representação no Ministério Público Militar contra o comandante da Aeronáutica, link drugs brigadeiro Juniti Saito, decease por ter determinado a prisão administrativa do presidente e do vice-presidente da Federação Brasileira das Associações de Controladores de Tráfego Aéreo (Febracta), discount sargento Carlos Henrique Trifílio e o sub-oficial Moisés Almeida, respectivamente. O anúncio foi feito hoje pela deputada Luciana Genro (RS), vice-líder do partido na Câmara dos Deputados.
Desde ontem, o sargento Carlos Henrique Trifílio cumpre quatro dias de prisão, na Base Aérea de São Paulo. Segundo a assessoria de imprensa da Aeronáutica, a punição foi aplicada porque Trifilio teria usado uma linha de telefone operacional para difundir boatos sobre trocas de chefia e incitar controladores a aderir à paralisação ocorrida em 30 de março. As ligações teriam sido feitas no dia 1º de abril, segundo a Aeronáutica.
Além dos quatro dias, o sargento poderá cumprir mais 20 dias de prisão administrativa, por ter dado duas entrevistas sem autorização com críticas ao sistema brasileiro de controle de tráfego aéreo. De acordo com a Aeronáutica, a punição ainda precisa ser homologada pela chefia de Trifilio.
Já o o suboficial Moisés Almeida, vice-presidente da Febracta, começou a cumprir dez dias de prisão administrativa na última sexta-feira, na Base Aérea de Brasília. Almeida também teria dado entrevista sem autorização.
Segundo a deputada Luciana Genro, o partido vai questionar a legalidade da prisões por considerá-las arbitrárias. “As associações dos controladores são legítimas, são legalmente constituídas, não há nenhum empecilho no Código Militar para a constituição de associações. E os porta-vozes das associações têm não só o direito, mas o dever de prestar esclarecimentos à população sobre o que ocorre no tráfego aéreo brasileiro, sobre as suas demandas, as suas reivindicações e sua visão da crise aérea brasileira, e estão sendo presas por darem entrevistas”, disse a parlamentar.
Luciana Genro participou hoje de um ato público no auditório da Câmara Legislativa do Distrito Federal em defesa dos controladores de vôo. A mobilização reuniu cerca de 100 pessoas, a maioria controladores de tráfego aéreo de Guarulhos, Belém Salvador, Uberaba, Santa Catarina, Goiânia, Belo Horizonte e Recife, além de Brasília. Também esteve presente um grupo de mulheres de controladores.
Inicialmente seria realizado no local o Encontro Sul-Americano de Controladores de Tráfego Aéreo, no qual seria discutido o futuro do controle de tráfego aéreo na América do Sul. No entanto, dois dos principais participantes, que viriam da Argentina, não puderam comparecer e o encontro foi adiado, explicou o presidente do Sindicato Nacional dos Trabalhadores na Proteção ao Vôo, Jorge Botelho.
De acordo com Botelho, a ausência dos dois controladores presos também pesou para que o encontro fosse adiado e para que os participantes optassem por fazer o ato público. A mobilização, segundo ele, foi “em repúdio à atitude do governo” e em defesa da liberdade de expressão dos controladores.
“Não estamos sabotando ninguém, fazendo nenhuma atitude de chantagem. Estamos usando o nosso direito de cidadão de se manifestar. Não podemos nos calar, sabendo que há irregularidades, sabendo que há coisas que colocam em risco a população”, afirmou.
A esposa do vice-presidente da Febracta, Janete Almeida, também participou do ato público, e disse que as punições não vão calar os controladores. “Eu vejo essa prisão como uma medida arbitrária, porque o Moisés usou o direito dele constitucional de livre expressão”, criticou.
A Aeronáutica informou, por meio da assessoria de imprensa, que por enquanto não vai se pronunciar sobre a decisão do P-SOL de entrar com a representação no Ministério Público Militar contra o comandante Juniti Saito, que determinou as prisões.
Em novo relatório proposto pelo deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO), cialis 40mg as eleições também contariam com a verba de R$ 2 por eleitor para as campanhas eleitorais em segundo turno. O relator do projeto de lei da reforma política procura, com essa inclusão, atender a parlamentares que consideravam muito baixo o valor de R$ 7 por eleitor presente no projeto original.
Num eventual segundo turno na disputa presidencial, por exemplo, além dos R$ 880 milhões do primeiro turno, os partidos receberiam da União mais R$ 250 milhões, tomando-se como base o eleitorado atual – 125 milhões de pessoas. No financiamento público, ficam proibidas doações de pessoas físicas e jurídicas e os custos das campanhas são pagos exclusivamente com verbas federais.
Na reforma política, prevista para ser votada amanhã, estão em discussão duas propostas: o projeto de Caiado, que acatou 64 das 346 emendas apresentadas, e uma emenda alternativa. As duas criam o financiamento público, mas o projeto alternativo não fixa valores, que seriam estabelecidos no Orçamento da União.
Outra diferença é que Caiado insiste no sistema de votação por lista fechada, em que o eleitor vota apenas no partido. PT, PMDB, DEM, PC do B, PPS e PSB, autores do texto alternativo, sugerem uma lista flexível, em que o eleitor vota primeiro no partido e depois em um candidato. Até agora, nenhum deles conseguiu obter maioria.
Depois de duas semanas de tentativas frustradas de aprovar a reforma, os deputados terão de definir amanhã se enfrentarão a votação, mesmo sem consenso, ou se abandonarão a idéia de mudar o sistema eleitoral. Antes, os deputados terão de votar duas medidas provisórias e um projeto de lei que trancam a pauta. Para isso, o presidente da Casa, Arlindo Chinaglia (PT-SP), convocou duas sessões para hoje.
A Polícia Civil do Paraná prendeu hoje 33 pessoas acusadas de integrar uma quadrilha especializada em roubar dinheiro de contas bancárias usando a internet. Segundo o delegado do Núcleo de Repressão a Crimes Econômicos (Nurce), tadalafil Sérgio Inácio Sirino, website like this já foi pedido ao Banco Central que auxilie numa busca nacional para encontrar outras contas nos nomes das pessoas presas para que sejam bloqueadas.
Os integrantes da quadrilha são hackers e correntistas, nurse que recebiam parte do dinheiro roubado. O delegado explicou que os hackers realizavam as invasões nas contas bancárias auxiliados pelos chamadas coletores, responsáveis por encontrar ‘fornecedores’, ou seja, pessoas dispostas a emprestar suas contas bancárias para depositar o dinheiro furtado de outras contas.
“Há correntistas que sobrevivem recebendo dinheiro de hackers para roubarem outros correntistas”, disse.
Durante as investigações feitas nos últimos seis meses, a polícia levantou que a quadrilha já lucrou cerca de R$ 3 milhões realizando saque de contas em vários estados.
Nas casas dos integrantes da quadrilha foram apreendidos equipamentos de informática, celulares, veículos, HD’s, notas fiscais, extratos bancários, cartões bancários, talões de cheque, boletos e faturas de luz e telefone. Foram canceladas 23 contas bancárias do grupo.