“Fora Rússia e Cuba, todos os outros estão no mesmo caminho. Todo mundo está tendo o mesmo tempo de preparação. Estamos todos no mesmo barco”, alega o jogador, que alerta para o bom nível dos adversários do Brasil.
“Ganhamos a Liga Mundial, mas não foi fácil. Vimos a paulada que tomamos na fase final da Bulgária”, conta o atleta. “E agora no Campeonato Mundial vão ter outros times muito mais pesados também. A maioria desses jogadores está nos clubes italianos, jogando contra nós”, lembra.
Família
Antes de entrarem na fase final da preparação, os atletas aproveitam o tempo de treinamento em Saquarema para curtir as famílias. É o caso do próprio Giba, que mantém a filha Nicoll, de dois anos, com ele no Centro de Treinamento de Vôlei. O mesmo faz o capitão Ricardinho, que está com Júlia, de nove anos, e Bianca, de três.
“Com a família por perto, trabalho com mais tranqüilidade. Não fico a semana toda pensando na hora de voltar para casa. E é bom para elas também, que ficam um tempão lá na Itália, passando frio. Elas estão gostando muito e eu também”, afirma o levantador, que atua no Modena.
Serginho é outro que aproveita a oportunidade para curtir Marlon, de nove anos, e Matheus, de seis. “Em dezembro vamos jogar no Campeonato Italiano, eles passam três meses comigo e voltam para o Brasil. Depois, passo o resto da temporada sozinho. Preciso aproveitar os poucos momentos que tenho com eles. Mas sempre concentrado no treinamento. Afinal, é para isso que estamos aqui”, explica. Gustavo e o preparador-físico José Inácio Salles Neto também decidiram trazer os rebentos para Saquarema.
O Brasil estréia no Campeonato Mundial no dia 17 de novembro, contra Cuba. Ao todo, 16 jogadores estão treinando em Saquarema: os levantadores Bruno Rezende, Marcelinho e Ricardinho; os opostos Anderson, André Nascimento e Leandro; os pontas Dante, Giba, Minuzzi, Murilo e Samuel; os meios-de-rede André Heller, Gustavo, Rodrigão e Sidão; e o líbero Escadinha.
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