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Brasil

Pouco público e vitória espanhola marcam início do torneio

Arquivo Geral

12/09/2006 0h00

O Campeonato Mundial feminino de basquete começou em São Paulo nesta terça-feira atraindo um público modesto, pelo menos para o primeiro jogo no ginásio do Ibirapuera. A abertura coube às seleções de Coréia e Espanha com vitória das espanholas por 87 a 57 (46 a 22 no primeiro tempo).

A determinação das equipes em estrear com o pé direito na disputa contrastou com a profusão de cadeiras vazias no ginásio, que passou por uma reforma rápida para receber o evento. Do lado de fora eram poucas as referências ao que acontecia dentro das instalações do Complexo Constâncio Vaz Guimarães.

Placa de alusão ao Mundial só na parede do ginásio. Mesmo assim, algumas pessoas já faziam fila para comprar ingressos e garantir presença no jogo do Brasil, que estréia às 15h15, enfrentando a Argentina.

No primeiro jogo, a Espanha não teve dificuldade alguma para bater a Coréia. Com 17 pontos de Amaya Valdemoro, a versão feminina de quadra da Fúria dominou o confronto desde o início. No grupo asiático, a principal pontuadora foi Beon, cestinha do jogo com 20 pontos. As espanholas voltam a jogar nesta quarta-feira, às 13 horas, contra a Argentina. A Coréia terá pela frente o Brasil, às 15h15.

Quem comprou o ingresso com antecedência assistiu ao passeio das espanholas frente às coreanas. Antonio Albuquerque era um deles. Com pacote garantido para a primeira fase, ele chegou cedo para a estréia brasileira. Viu o jogo das próximas adversárias do time de Antonio Carlos Barbosa e sentenciou: "Esse time é muito fraco. O Brasil tem obrigação de ganhar com placar centenário. A Coréia está mais para time de pelada".

Na sua opinião, o horário dos jogos não vai facilitar muito a participação do público. Para garantir uma presença mais forte da torcida, a Secretaria de Esportes de São Paulo vai usar a clássica opção de trazer escolas para acompanhar os jogos. Diariamente, serão disponibilizados cerca de 1.600 ingressos para escolas da rede pública que queiram acompanhar os jogos.

Para isso, basta a instituição demonstrar interesse e procurar a Secretaria. Por enquanto, a única dificuldade está em levar os estudantes ao Ibirapuera. Isso porque, até o momento, ainda não há um esquema de ônibus de transporte assegurado. Independente disso, os meninos e meninas que frequentam o Centro de Treinamento da jogadora Janeth compareceram para levar o apoio à ala da seleção brasileira.

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