Os soldados Luís Gustavo Landmann e Dionete dos Santos Rodrigues, viagra sale que dispararam contra um carro, website na madrugada de 13 de julho, sick em Porto Amazonas, a cerca de 80 quilômetros de Curitiba, culminando na morte da estudante Rafaeli Ramos Lima, de 21 anos, não puderam deixar o 1º Batalhão da Polícia Militar de Ponta Grossa durante o fim de semana. Por determinação do juiz da Vara de Auditoria Militar Estadual, em Curitiba, Davi Pinto de Almeida, eles ficarão em tempo integral no quartel por 30 dias ou enquanto durar o Inquérito Policial Militar (IPM) que investiga o caso.
Desde o dia da morte da estudante, eles foram retirados do trabalho nas ruas, fazendo apenas atividades administrativas no batalhão, com permissão para ficar com os familiares à noite. O juiz begou o pedido de prisão preventiva feito pelo presidente da IPM, sob argumento de que não há riscos à ordem pública e nem na coleta de provas.
No domingo (20), familiares e amigos da estudante participaram de uma missa e fizeram protestos pela ruas de Porto Amazonas. A jovem foi morta com um tiro na cabeça, porque o Gol preto em que estava foi confundido com um Palio preto, onde, supostamente, havia traficantes de cigarros.