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Brasil

Polícia prende 12 suspeitos de integrar grupo que planejava ataques a bomba na avenida Paulista, em SP

Ao todo, 12 suspeitos foram presos -seis deles teriam posições de comando nos ataques, de acordo com a polícia

Redação Jornal de Brasília

02/02/2026 16h51

policia civil sao paulo

Foto: PCSP/Divulgação

ANDRÉ FLEURY MORAES
FOLHAPRESS

Uma operação deflagrada nesta segunda-feira (2) pela Polícia Civil de São Paulo mirou um grupo que planejava, segundo a SSP (Secretaria de Segurança Pública), atacar locais da avenida Paulista com bombas e coquetéis molotov. A ação seria nesta segunda-feira (2).

Os explosivos não foram encontrados. A SSP disse que ainda investiga o paradeiro dos artefatos. Um simulacro de arma foi apreendido.

Os atentados eram planejados pelas redes sociais e se concentravam no Telegram. Ao todo, 12 suspeitos foram presos -seis deles teriam posições de comando nos ataques, de acordo com a polícia. Detenções também foram registradas no Rio de Janeiro.

A SSP diz ter descoberto uma cartilha compartilhada nesses grupos em que organizadores dos protestos orientavam os envolvidos -que incluem maiores e menores de idade– a levar bloqueadores de sinais de celular para evitar que órgãos de segurança fossem acionados. O manual ainda ensinava a detectar policiais durante os protestos.

Segundo delegado-geral da Polícia Civil de SP, Arthur Dian, esses grupos tinham cerca de 8.000 participantes.

O grupo, de acordo com a SSP, não tinha motivação política e afirmava ser contra governos em geral.

Os detidos na operação desta segunda são em sua maioria jovens. Segundo a SSP, eles admitiram integrar os grupos quando foram abordados, mas disseram que o caso se tratava de uma “brincadeira”.

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