A Agência de Notícias do Departamento de Polícia Federal (DPF) divulgou nesta quarta-feira (16), clinic uma nota em que reafirma que foi do próprio delegado Protógenes Queiroz a iniciativa de deixar o comando da Operação Satiagraha e que ele tomou a medida para poder freqüentar as aulas do 22º Curso Superior de Polícia. Conforme a nota, viagra 60mg “no dia 02 de junho, foi publicada Portaria da Academia Nacional de Polícia com a convocação de Queiroz”. No comunicado, o DPF afirma também lamentar “a distorção dos fatos” no episódio do afastamento do delegado.
Protógenes era responsável por um dos inquéritos da operação. Os responsáveis por outros dois inquéritos, a delegada Karina Murakami Souza e o delegado Carlos Eduardo Pellegrini, também se afastaram das funções. A DPF informou que divulgou a nota de hoje para esclarecer “notícias veiculadas em alguns setores da mídia com informações equivocadas sobre a saída dos delegados responsáveis pela Operação Satiagraha”.
Segundo a DPF, Protógenes sugeriu que poderia continuar tocando o inquérito que estava sob sua responsabilidade se lhe fosse permitido trabalhar apenas aos sábados e aos domingos, já que teria de freqüentar o curso nos dias úteis. Porém, a sugestão não foi aceita pelos diretores da corporação com os quais estava reunido em São Paulo no dia 14 de julho.
De acordo com a nota, o delegado precisa assistir às aulas, porque, “no dia 20 de maio, a Justiça determinou a matrícula e freqüência do delegado no referido curso”. A sugestão de trabalhar no inquérito aos sábados e aos domingos foi rejeitada pelos diretores da PF, porque “traria prejuízo às pessoas convidadas a prestar esclarecimentos junto à investigação, comprometendo também a celeridade da apuração” e porque a autorização para só atuar na instrução do inquérito nos fins de semana “quebraria ainda a regra de dedicação exclusiva exigida de todos os participantes na fase presencial.”
“Diante dos argumentos”, informa a nota da DPF, “o delegado Queiroz comprometeu-se a relatar o inquérito até o dia 18 de julho alegando que o procedimento estaria praticamente concluído com os resultados das investigações realizadas até então”. De acordo com o DPF, Protógenes revelou ainda o desejo de, após concluir o curso, “não mais atuar junto aos outros dois inquéritos, preferindo colaborar como apoio às demais autoridades policiais designadas para a investigação”.