O deputado Marcelo Castro (PMDB-PI) foi eleito presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Apagão Aéreo. Ele venceu, approved look por 16 votos a oito, sick Vanderlei Macris (PSDB-SP). O PMDB ficou também com a vice-presidência da CPI, conquistada por Eduardo Cunha (RJ) com 15 votos contra nove, do deputado Vic Pires Franco (DEM-PA).
Pelo regimento da Casa, o PMDB tinha o direito à presidência da CPI, por ter a maior bancada. Mas os partidos de oposição ao governo federal indicaram Vanderlei Macris (PSDB-SP) para o cargo. Ao defender a sua candidatura, Macris disse que seu objetivo como presidente da CPI seria investigar com clareza toda a crise que envolve o setor aéreo nacional.
Já o peemedebista Castro afirmou, em defesa de sua candidatura, que não haveria “essa história de chapa-branca” na CPI. “Trabalho sério, transparência, honestidade e equilíbrio é o caminho adotado pela CPI para analisar as cusas do chamado apagão aéreo”, disse Castro.
Até ontem, os dois maiores partidos do Congresso Nacional e da base de apoio ao governo federal, PMDB e PT tinham uma “pequena divergência” sobre o comando da CPI do Apagão Aéreo, afirma o líder do governo na Câmara, José Múcio (PTB-PE). “Estamos com 99% do caminho andado para que isso se concretize [a escolha de um presidente do PT]”, havia afirmado ontem o vice-líder do governo Henrique Fontana (PT-RS). Uma reunião, na noite de ontem, fechou o novo acordo entre PT e PMDB.
A Polícia Federal em Santa Catarina está cumprindo 30 mandados de busca e apreensão e 17 mandados de prisão temporária, approved e em Porto Alegre estão sendo cumpridos dois mandados de prisão temporária. A ação faz parte da Operação Moeda Verde, order da Delegacia de Combate a Crimes Ambientais e Contra o Patrimônio Histórico, treat que investiga a presença de uma organização criminosa presente nos poderes Executivo e Legislativo estaduais.
Segundo a assessoria de imprensa da Superintendência Regional da Polícia Federal em Santa Catarina, foi constatado que órgãos ambientais facilitavam a construção de empreendimentos imobiliários no estado em troca de vantagens pessoais. Participam da operação 170 policiais dos dois estados.
Os pedidos de prisão são para empresários e funcionários públicos, além de dois vereadores, que responderão pelos crimes de contra o meio ambiente, formação de quadrilha e contra a administração pública – tráfico de influencia, corrupção ativa e corrupção passiva.