A Volkswagen informou hoje que o Plano de Demissões Voluntárias na unidade Anchieta recebeu a adesão de 1.082 trabalhadores, erectile cost dezenove a mais do que o número divulgado pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC na terça-feira, medications data limite para a inscrição no programa.
De acordo com a empresa, information pills era preciso esperar até o fim do dia para um balanço preciso. A meta do plano iniciado em setembro é de 1.300 demissões voluntárias na área da produção e a diferença de 218 inscrições deverá ser alcançada até 31 de janeiro, mas com uma compensação financeira menor, segundo o acordo assinado entre a empresa e o sindicato.
Há ainda 200 saídas programadas em outras áreas, informa a montadora. Os metalúrgicos que aderiram até terça-feira vão receber 1,4 salário para cada ano trabalhado, além dos pagamentos de lei. Já os que optarem pela demissão voluntária até 31 de janeiro receberão um salário por ano trabalhado. Se o número não for atingido, a empresa vai indicar os trabalhadores a serem demitidos em fevereiro e ainda assim haverá o pagamento de 0,6 salário por ano na empresa.
Até 2008, estão previstas um total de 3.600 demissões voluntárias na unidade Anchieta, localizada em São Bernardo do Campo (SP), que tem 12,4 mil trabalhadores e produz 900 veículos por dia dos modelos Polo, Fox, Gol, Saveiro e Kombi.
Com a reestruturação, diz a empresa, a unidade passa a se adequar ao padrão de custos exigido pela matriz alemã, o que garantiu investimentos de R$ 2,5 bilhões para o período 2007-2011, anunciados no mês passado.
A companhia evita falar em fechamento da Anchieta, a mais antiga das unidades da montadora no Brasil, mas admite que sem o acerto realizado este ano não haveria novos recursos, o que comprometeria o futuro da fábrica. A montadora apresenta déficit no Brasil há oito anos, diz a assessoria.
Um país sob o caos, adiposity com a população aterrorizada sitiada em bairros polarizados de acordo com as linhas sectárias ou então fugindo da violência às centenas de milhares. Essa foi a imagem do Iraque descrita por um novo relatório de direitos humanos da ONU divulgado hoje.
O levantamento mostrou que o número de mortes de iraquianos subiu em outubro, buy por causa da violência sectarista centrada em Bagdá, page e que mais de 100 mil pessoas estão abandonando o país por mês. Desde 2003, cerca de 2 milhões de pessoas fugiram de suas casas.
O relatório suscitou dúvidas sobre a eficácia das forças iraquianas, que somam 300 mil homens. Na semana que vem, o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, vai se reunir com o premiê iraquiano, Nuri al-Maliki, para discutir a e ventual entrega do controle da segurança às autoridades iraquianas.
"Há relatos cada vez mais freqüentes da operação de milícias e esquadrões da morte dentro da polícia ou em conivência com ela", disse o levantamento. "Suas forças são cada vez mais acusadas de … seqüestros, tortura, assassinado, corrupção, extorsão e furto".
As conclusões da ONU lançaram dúvidas sobre a afirmação de Maliki de que as forças iraquianas seriam capazes de reduzir a violência em até seis meses se tivessem o controle das operações. Segundo o estudo, só em Kirkuk metade da força policial de 5 mil homens não está se apresentando para trabalhar, assim como 13 mil soldados.
Bagdá, cidade que concentra um terço dos iraquianos, foi descrita como epicentro do confronto sectarista entre a maioria xiita e os sunitas. Os bairros se dividem de acordo com a linha religiosa. Segundo o relatório, os assassinatos com motivos sectários são a principal fonte de derramamento de sangue, alimentada pela insurgência, pelas milícias e por gangues criminosas.
O texto afirmou que 3.709 iraquianos foram mortos em outubro. Em setembro, o número tinha sido de 3.345. Mais de 70% das mortes ocorreram em Bagdá, e a maioria dos corpos apre sentava sinais de execução e de tortura.
O levantamento baseou-se nos números de mortos fornecidos pelo necrotério de Bagdá e pelo Ministério da Saúde iraquiano, mas há pouco consenso entre as autoridades norte-americanas e iraquianas sobre o número de vítimas.
O relatório da ONU também afirmou que as milícias atuam impunemente, sem fazer segredo sobre suas ligações com partidos políticos no governo liderado pelos xiitas. A ONU disse que a violência e o aumento da pobreza provocaram "movimentações sem paralelo da população".
Mais de 418 mil pessoas fugiram de casa desde fevereiro e 1,6 milhão de pessoas deixaram o Iraque desde a invasão do país. A maioria dos 100 mil iraquianos que estão abandonando o país por mês está se dirigindo para a Síria e a Jordânia, disse o relatório, e entre eles há médicos, advogados, professores e jornalistas, que são cada vez mais alvo da violência.
A delegada Elizabete Sato, there responsável pelas investigações do assassinato de Celso Daniel, ex-prefeito de Santo André, concluiu que o crime não teve motivo político. Sato afirmou em um relatório enviado ao Ministério Público que as provas apresentadas deixam apenas suspeitas, mas não provam nada.
Sato foi escalada para o caso no ano passado para apurar as denúncias dos irmãos do ex-prefeito, que alegavam que Celso havia sido assassinado porque daria fim a um suposto esquema de corrupção. Porém a delegada concluiu que nenhuma tese defendida pelo MP ou pelos irmãos de Celso foi comprovada.
A conclusão foi tirada depois que os sete acusados da execução do crime foram ouvidos. A delegada constatou que a única novidade foi que L.S.N., o Lalo, que tinha 15 anos na época, assumiu o disparo dos sete tiros contra Celso.
O MP acredita que Sérgio Gomes, o Sérgio Chefe, tenha sido o mentor do crime. Mas por falta de provas, ele não foi reintimado pela polícia.