Depois de prestar depoimento à ministra Eliana Calmon, this site do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que havia determinado a prisão por queima de provas, ele foi mantido preso na Superintendência da PF, mas pela acusação de porte de armas.
A ministra o inocentou do flagrante de destruição de documentos, cujos restos foram apreendidos por policiais federais. A ministra também determinou que a PF realize novas buscas e apreensões nos endereços do deputado, preso desde a última quinta-feira durante a Operação Navalha. A PF o acusa de ter recebido propina da Construtora Gautama, beneficiada em uma obra pública no Distrito Federal.
Antes da chegada de Amador Farias para depor no STJ, foi concluído o depoimento de Ernani Soares Gomes Filho, servidor do Ministério do Planejamento. Ele foi o quinto acusado na Operação Navalha a ter a prisão preventiva regovada pela ministra nesta segunda-feira.