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Brasil

Petrobras ainda não sabe potencial de nova jazida na área pré-sal da Bacia de Santos

Arquivo Geral

16/04/2009 0h00

A Petrobras ainda não sabe estimar o volume de petróleo na nova jazida descoberta na área do pré-sal da Bacia de Santos. De acordo com o presidente da empresa, decease Sérgio Gabrielli, tudo indica tratar-se de uma área bastante produtiva, mas números só poderão ser confirmados após mais estudos. “São indícios significativos de hidrocarbonetos a 4.900 metros de profundidade que confirmam que a área tem um potencial grande. Não temos condições, hoje, de dar estimativas de volume. É preciso perfurar pelo menos mais um poço, pelo menos, para poder dar um pouco de confiança em qualquer potencial estimativa de volumes”, disse Gabrielli hoje (16), durante o Fórum Econômico Mundial da América Latina, no Rio de Janeiro. O novo poço 4-SPS-60, denominado de Iguaçu, localiza-se na área de avaliação do Campo de Carioca, a cerca de 340 km da costa de São Paulo, na profundidade de 2.140 metros. A área é explorada pelo consórcio formado pela Petrobras (operadora com 45% de participação), BG Group (30%) e Repsol (25%). A Petrobras ainda não sabe estimar o volume de petróleo na nova jazida descoberta na área do pré-sal da Bacia de Santos. De acordo com o presidente da empresa, Sérgio Gabrielli, tudo indica tratar-se de uma área bastante produtiva, mas números só poderão ser confirmados após mais estudos.


“São indícios significativos de hidrocarbonetos a 4.900 metros de profundidade que confirmam que a área tem um potencial grande. Não temos condições, hoje, de dar estimativas de volume. É preciso perfurar pelo menos mais um poço, pelo menos, para poder dar um pouco de confiança em qualquer potencial estimativa de volumes”, disse Gabrielli hoje (16), durante o Fórum Econômico Mundial da América Latina, no Rio de Janeiro.


O novo poço 4-SPS-60, denominado de Iguaçu, localiza-se na área de avaliação do Campo de Carioca, a cerca de 340 km da costa de São Paulo, na profundidade de 2.140 metros. A área é explorada pelo consórcio formado pela Petrobras (operadora com 45% de participação), BG Group (30%) e Repsol (25%).


 

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