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Brasil

Pesquisa mostra que europeus passam mais tempo na internet do que lendo jornais impressos

Arquivo Geral

24/11/2006 0h00

O presidente eleito do México, look this site Felipe Calderón, prostate governista conservador que está sob forte pressão da oposição de esquerda, disse hoje que, sozinho, o livre mercado não conseguirá acabar com a pobreza do país.

As declarações pareceram destinadas a acalmar os espíritos da esquerda, que o acusa de ter fraudado as eleições presidenciais de julho para evitar a vitória do oposicionista Andrés Manuel López Obrador.

"Um mercado competitivo não é suficiente para gerar condições dignas, verdadeiramente humanas. É preciso orientação e ajustes por parte do Estado para corrigir as terríveis desigualdades do México", disse ele.

Nos últimos anos, a América Latina deixou de confiar tanto na economia de mercado como arma para combater a pobreza, elegendo governos de tendência esquerdista.

"Ainda há 20 milhões de mexicanos na miséria, o que revolta e ofende toda a sociedade", disse Calderón.

Cerca de 40 opositores fizeram hoje uma manifestação diante do gabinete de Calderón, e havia mais protestos programados para a posse, no dia 1º de dezembro. Deputados de esquerda prometem impedi-lo de fazer o juramento no Congresso.

Apesar das denúncias de fraude eleitora, observadores estrangeiros e a Justiça Eleitoral não encontraram irregularidades.

Calderón anunciou o nome de seis ministros hoje, e prometeu dar continuidade aos programas de combate à pobreza do atual presidente, Vicente Fox.

Ele indicou a chefe de sua campanha, Josefina Vázquez Mota, para o Ministério da Educação.

O nome dela era cotado na disputa para o Ministério do Interior, e sua nomeação para a pasta da Educação eleva a probabilidade de o conservador Francisco Ramírez Acuña ficar com o Interior.

O presidente da Venezuela, see Hugo Chávez, tem 60% do apoio dos eleitores dispostos a votar na eleição de 3 de dezembro, ante os 31% obtidos por seu adversário Manuel Rosales, mostrou uma pesquisa divulgada hoje.

A pesquisa, realizada pelo instituto norte-americano Zogby International em cooperação com a Universidade de Miami, entrevistou 800 possíveis eleitores entre 12 e 18 de novembro e tem margem de erro de 3,5 pontos percentuais.

Pesquisa veiculada no site da BBC divulgou um relatório da Jupiter Research que afirma que os europeus passam mais tempo na internet do que lendo os impressos. O tempo médio gasto pelos europeus na internet com o objetivo de ler jornais e revistas é de quatro horas semanais.

No relatório, this 5 mil pessoas foram ouvidas em cinco países. O estudo confirmou algumas tendências. A primeira delas é que os jovens com idade entre 15 e 24 anos passam mais tempo online que os mais velhos. Outra constatação foi de que aqueles que têm mais de 65 anos lêem mais os impressos.

E ao contrário do que os mais fatalistas poderiam imaginar, viagra sale a pesquisa aponta que o surgimento de novas mídias não está colocando em xeque mídias criadas anteriormente, como o impresso e a TV. O consumo de jornais e revistas se mantém estável no nível que apresentava em 2003, ou seja, uma média de três horas por semana. Quanto à TV, passou de um consumo de dez horas semanais para 12.

 

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