Menu
Brasil

Pelo Grand Prix, brasileiras enfrentam algoz Rússia na madrugada desta sexta-feira na china

Arquivo Geral

22/08/2007 0h00

Gamova, Sokolova e Godina. Estes três nomes são capazes de provocar arrepios nos torcedores da seleção brasileira feminina de vôlei. Estrelas da seleção russa, elas foram as principais responsáveis pela derrota da equipe de José Roberto Guimarães na final do Mundial do ano passado. E agora estarão novamente diante do time nacional, em partida válida pela segunda rodada da fase final do Grand Prix, às 2h30 da madrugada desta sexta, em Ningbo, China.

Gamova e Sokolova ainda estiveram no time que eliminou as brasileiras na semifinal das Olimpíadas de Atenas-2004 e ficou com o vice-campeonato olímpico. Apesar de sempre temida, a Rússia começou mal a fase final do Grand Prix e perdeu para a Itália, que já havia tirado a invencibilidade das brasileiras. Mesmo assim, o experiente Zé Roberto está alerta para a primeira partida contra as rivais desde o Mundial.

“A Rússia está praticamente completa. É quase a mesma equipe que disputou a edição passada do Campeonato Mundial. Ou seja, é uma das favoritas para a conquista do título do Grand Prix. É um time que saca muito bem e que tem como característica ser eficiente nas bolas altas”, comenta o treinador, se referindo à principal jogada das européias, cujas atacantes compensam o nível técnico limitado das levantadoras da equipe.

“A Sokolova é a melhor jogadora do mundo, por ser completa. Além de ser muito boa no ataque, é eficiente no saque, na recepção e no bloqueio. A Gamova, uma das principais atacantes do voleibol mundial, tem 2,02m e também é forte no bloqueio. E a Godina tem um estilo parecido com o da Gamova e ataca bem nas bolas altas”, avalia. Vale lembrar que Zé Roberto inscreveu Arlene para a disputa do título da competição, deixando a titular Fabi de fora.

“Nossa filosofia de trabalho é dar oportunidade a todas as jogadoras. A Renatinha atuou nas duas primeiras etapas, mas desta vez Joycinha e Regiane estão confirmadas. Nesta fase final, a líbero Arlene entra no lugar da Fabi. No ano passado, fiz o inverso. A Arlene atuou nas primeiras fases, enquanto a Fabi jogou nas finais e foi eleita a melhor líbero da competição”, justifica o técnico.

Arlene mostra que está atenta às russas. “A Rússia tem um poder ofensivo muito grande e conta com jogadoras altas. Gamova, Sokolova e Godina dão equilíbrio ao time no ataque. A Gamova ataca muito bem e tem eficiência nas bolas altas. O estilo dela é o mesmo da Godina, que tem um saque perigoso. A Sokolova, por sua vez, ajuda a dar volume à equipe, pois sabe passar, defender e atacar muito bem”, explica.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado