Nos moldes de uma empresa que possui o nome consolidado no mercado e em franca expansão pelo País, contando com um pelotão de advogados, ferramentas eficientes de comunicação, mão de obra capacitada e muito bem organizada, a facção criminosa paulista Primeiro Comando da Capital (PCC) teve toda sua estrutura mapeada pela Agência Brasileira de Investigação (Abin). Em um relatório rico em detalhes e jamais publicado anteriormente pela imprensa, os arapongas identificaram como a organização cresce firmando parcerias com outros grupos armados, financiando campanhas políticas, utilizando veículos de mídia e promovendo movimentações financeiras milionárias em diversos bancos espalhados pelo Brasil.
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