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Brasil

Paulo Bassul revela preocupação com adaptação da pivô Érika

Arquivo Geral

27/08/2007 0h00

A seleção brasileira feminina de basquete iniciou nesta segunda-feira a sua terceira semana de treinamentos para a disputa do Pré-olímpico das Américas ainda desfalcada de duas jogadoras. Vinculadas a equipes que jogam a primeira rodada dos playoffs da WNBA, a pivô Érika e a ala Iziane ainda não se apresentaram ao grupo que realiza os treinamentos em São Paulo. O atraso das duas divide os sentimentos do técnico Paulo Bassul, que confia em uma rápida adaptação de uma, mas se mostra apreensivo quanto à outra.


 


“A Érika me preocupa por causa do ritmo de jogo, já que ela tem sido pouco aproveitada no time dela (Connecticut Sun)”, revelou o treinador, que disse estar aliviado em relação à outra atleta. “Com a Iziane eu estou mais tranqüilo. Ela vem tendo mais chances na equipe (Seattle Storm) e deve chegar em melhores condições”, completou.


 


Além de não tirar o sono de Bassul, Iziane já está ciente da carga de treinamentos que encontrará quando se juntar ao grupo. “Pela internet, tenho enviado para ela algumas jogadas que estou passando para as outras atletas. Assim, ela já vai sabendo direitinho o que vai ser trabalhado”, comentou.


 


Com Érika, a meta é outra: torcer a favor do Indiana Fever. Isso porque o Connecticut realiza nesta segunda-feira a ultimar partida da série melhor-de-três a equipe de Indianápolis. Se as adversárias do Sun levarem a melhor, Bassul ‘ganha’ a chegada da pivô. “Com a Iziane já deu certo, e a equipe dela já caiu. Agora, só falta um”, brincou o treinador, que neste domingo viu o Seattle perder por 95 x 89 para o Phoenix Mercury e ser eliminado dos playoffs da Conferência Oeste da WNBA.

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