Se não podem contar com o apoio da maior parte da torcida, pelo menos as atletas no Finasa/Osasco querem estar perto de suas respectivas famílias no quinto e decisivo jogo da Superliga feminina de Vôlei. A equipe enfrenta o Rexona/Ades no próximo sábado, às 9h30, em Niterói.
“Fico feliz de ter amigos, vizinhos e parentes na torcida. Jogaremos em Niterói, mas muitas pessoas irão torcer pelo Osasco porque estou no time”, acredita a meio-de-rede Valeskinha, que nasceu na cidade fluminense. “Jogar com o apoio da torcida é sempre muito bom, mas não há muita vantagem nisso”, comenta a experiente atleta.
A atacante Paula Pequeno, maior pontuadora da Superliga, também aguarda pelos familiares nas arquibancadas do Caio Martins. “Gosto de estar perto de pessoas que torcem por mim. Meus familiares irão ao ginásio para levar força positiva à equipe, isso me enche de orgulho”, afirma a ponteira, destacando o esforço da família que enfrentará uma viagem de ônibus de Brasília ao Rio de Janeiro para vê-la jogar. “A viagem deles será longa e isso mostra o carinho deles”, completa.
Nesta terça-feira, o Finasa realizou treino com bola pela manhã no Ginásio Professor José Liberatti,