Embora a decisão não tenha sido confirmada pelo Ministério da Defesa britânico, dosage cure o general Sir. Richard Dannatt afirma que o príncipe Harry, de 22 anos, filho do príncipe Charles e de Diana, não vai mais servir no Iraque.
A decisão foi tomada depois que rebeldes iraquianos tornaram público supostos ataques contra o príncipe, caso Haarry fosse enviado com o seu regimento, o Blues and Royals, para lutar pelo Exército britânico no conflito com o Iraque.
Ainda segundo Dannatt, Harry ficou “muito desapontado” com a decisão, e que seu grupo de 12 soldados em veículos de reconhecimento blindados Scimitar, também sentirão sua falta.
A expectativa pela confirmação, ou não, da decisão, fez com que o Ministério da Defesa britânico marcasse para ainda hoje uma entrevista sobre o assunto.
O Ministério das Comunicações pretende ampliar a conexão de internet banda larga nas escolas públicas e profissionalizantes do país. Atualmente, viagra existem cerca de 3, click 3 mil pontos de conectividade. A idéia é aumentar para 20 mil nos próximos quatro anos.
Para isso, pilule o ministério realizou uma audiência pública nesta quarta-feira aos interessados no processo de licitação do novo contrato do Programa Governo Eletrônico – Serviço de Atendimento ao Cidadão (Gesac), voltado para inclusão digital de comunidades de baixa renda.
De acordo com o diretor do Departamento de Serviços de Inclusão Digital do ministério, Heliomar Medeiros de Lima, o novo contrato terá como diferencial um acesso mais rápido à internet. Segundo ele, o principal motivador para a ampliação é o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) do Ministério da Educação.
“O Gesac vai atender mais de 10 mil pontos de escolas de ensino médio e profissionalizantes, que faz parte da prioridade do PDE”. Vários representantes de empresas também participaram da audiência pública para tirar dúvidas sobre como participar da concorrência para implantar o programa, que é custeado com recursos públicos.
Participantes do programa também estiveram para contar suas experiências. A Escola Meninos e Meninas do Parque da Cidade, de Brasília, é voltada para crianças e adolescentes carentes e tem acesso à internet banda larga pelo programa Gesac há três anos. De acordo com o coordenador do Laboratório de Informática da escola, Humberto Brasiliense Filho, os 10 computadores são utilizados para complementar as atividades pedagógicas dos alunos. Para ele, a inclusão digital é importante para familiarizar e preparar o aluno para futuras atividades profissionais.
“O trabalho de inclusão passa pela informática e existe um esforço do governo em geral de informatizar as escolas públicas. A inclusão digital é um instrumento de abertura pro mundo e eles que estão em situação de risco tem mais do que direito a ter acesso a essas coisas”, avaliou o coordenador.
O Instituto Cultural e Profissionalizante de Pessoas Portadoras de Deficiência também faz parte do programa do governo federal. A entidade oferece aulas de informática básica com programas proprietários como Excel, Word, Windows, todos da empresa Microsoft. O laboratório atende 30 estudantes com necessidades especiais.
Servidores do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) aproveitaram a presença da ministra do Meio Ambiente, for sale Marina Silva, na Câmara dos Deputados, e promoveram um protesto contra a divisão do órgão ambiental com a criação do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.
Durante café da manhã dos deputados da Frente Parlamentar Ambientalista com a ministra, os servidores ergueram duas faixas contra as mudanças. Eles entregaram também uma carta aos parlamentares.
O presidente da Associação Nacional dos Servidores do Ibama, Jonas Corrêa, alertou que a divisão tornará mais burocrática a liberação de licenças. reclamou ainda que a proposta de divisão do órgão não foi discutida com os servidores.
“Não somos contra a reestruturação da área ambiental, mas ela tem que ser discutida democraticamente. Após a edição da medida provisória, técnicos do Ibama fizeram uma análise e comprovaram que essa medida vai trazer mais burocracia, aumentar os gastos públicos e causar ineficiência. Hoje no Ibama são oito procedimentos até que o licenciamento saia. Com a liberação [edição] da medida provisória, passaram a ser
Corrêa informou que os servidores querem que o governo federal desista da medida provisória. “Eles [governo] querem negociar a implementação da medida provisória. Estão querendo que venhamos a homologar essa medida arbitrária. E nós não vamos fazer isso. Se o governo quer negociar, retire a medida provisória e vamos sentar para discutir”, afirmou. O sindicalista informou também que os servidores vão buscar apoio no Congresso Nacional para derrubar a medida provisória.
A ministra Marina Silva reafirmou que a criação do novo órgão ambiental não vai “facilitar, nem prejudicar” a liberação de licenças para implantação de empreendimentos. “Vai fazer o processo certo de forma focada”, defendeu.
“Sei como proceder quando há dúvidas, quando há temor. O que o gestor não pode deixar de fazer é tomar as medidas corretas e necessárias”, disse.
Segundo ela, não há necessidades de mudanças na MP, por ser “muito enxuta”, mas serão necessárias discussões para regulamentar as mudanças. “A discussão vai acontecer no decreto de regulamentação, quando vamos descer a pormenores. Foi por isso que eu nomeei um presidente substituto para o Ibama e para o Instituto Chico Mendes. Exatamente para que eles possam fazer esse processo com total isenção, sem nenhuma canibalização de uma instituição em relação à outra”, explicou.
Marina contou que já aconteceram três reuniões com os servidores para discutir as mudanças. “E estamos abertos a tantas quantas sejam necessárias”.
A energia proveniente de fontes nuclear é uma realidade na matriz energética brasileira e o país precisará de quatro a oito novas usinas atômicas para poder suprir o crescimento da demanda por energia até
“Quando se fala em energia nuclear, fala-se em uma opção com que o país tem que trabalhar para frente. No nosso planejamento energético de longo prazo, mesmo você tendo um cenário de colocação de 4 mil megawatts de hidrelétrica por ano até 2030, ainda assim eu vou ter a necessidade de construção de seis a oito plantas nucleares – o equivalente a 8 mil megawatts até 2030. E isto sem considerar Angra
O secretário do Ministério de Minas e Energia disse, ainda, que a usina de Angra 3 é uma alternativa que consta do Plano Decenal de Atendimento de Energia elaborado pelo governo e agora em processo de revisão, confirmando que a possibilidade da retomada das obras da unidade estará em pauta na próxima reunião do Conselho de Política Energética (CNPE).
“No Plano Decenal de 2006-
Zimermmann ressaltou, porém, que a possibilidade da retomada das obras de construção de Angra 3 é uma decisão que não depende apenas do setor elétrico. “Esta não é uma decisão apenas do setor elétrico: ela é mais complexa. Na verdade isto implica em uma decisão [opção] de país. E é claro que quando esta decisão vier a ocorrer é porque a opção pela ampliação da oferta nuclear já terá sido tomada”.
A defender a viabilidade da energia atômica, o secretário ressaltou o fato de que o custo médio de uma usina nuclear é de aproximadamente R$ 150 o megawatt-hora, enquanto ao de uma usina térmica movida a gás natural chega a R$ 170 o megawatt-hora. Sobre a questão política que envolve a opção do país pela retomada do seu programa de geração de energia nuclear, Zimermmann foi categórico ao afirmar que esta é uma opção com que o país tem que trabalhar daqui para frente. O secretário informou que o Plano Nacional de Energia que está sendo revisto pelo governo estará sendo divulgado deixa claro esta necessidade.
Para o secretário de Desenvolvimento e Planejamento, a alternativa nuclear como fonte de energia é hoje uma realidade. “Quando você pega, por exemplo a matriz energética americana você vê que 50% provém da queima de carvão e outros 20% é óleo. Na França hoje, 80% já é geração nuclear e vários país já estão reativando os seus programas nucleares”, relata.
A questão nuclear foi citada recentemente pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva como alternativa para o país, caso haja a continuidade de problemas para construir novas usinas hidrelétrica. Contudo, a idéia é questionada por movimentos ambientais e até dentro do próprio governo, como se manifestou recentemente a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva.
O ministro do Trabalho, help Carlos Lupi, comentou hoje sobre o direito de greve do servidor público, após visita ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).
“Temos que buscar equilíbrio. Encontrar uma saída que, ao mesmo tempo que garanta o direito do servidor de fazer sua reivindicação, lutar por melhores condições de trabalho e salário, também garanta à população que o serviço essencial dela não vá ser cortado”, afirmou. “Tem setores que são muito essenciais e não podem deixar de funcionar”.
Está na Casa Civil um anteprojeto da Advogacia-Geral da União e do Ministério do Planejamento para regulamentar as greves no setor público. Lupi disse que a proposta ainda não chegou ao Ministério do Trabalho.
Ontem, em entrevista coletiva, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que a greve no setor público não pode ser feita como se faz numa fábrica. No setor privado, o prejudicado seria o patrão. Já no setor público, seriam os brasileiros, que deixam de ter acesso a assistência médica, transporte coletivo e educação.
De acordo com Lula, o governo não irá proibir o direito de greve dos funcionários públicos, mas quer discutir o assunto com as centrais sindicais e enviar um projeto de regulamentação para o Congresso Nacional.
O presidente da Força Sindical e deputado Paulo Pereira (PDT-SP) disse ser favorável à regulamentação de greve, mas discorda da proposta apresentada pelo governo, que “praticamente proíbe [as paralisações]”. Ele discorda, por exemplo, das exigências de que pelo menos 40% das pessoas de determinado setor continuem no trabalho e de que dois terços estejam presentes em uma assembléia.
A discussão veio à tona no início de março, quando o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, afirmou que é necessário regulamentar o direito de greve para não prejudicar o cidadão em serviços essenciais.