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Brasil

Para Giba, Brasil impôs ritmo e cresceu de produção ao longo do jogo

Arquivo Geral

17/11/2006 0h00

Responsável por 18 pontos na partida contra Cuba, o atacante brasileiro Giba pouco soube precisar o motivo pelo qual o Brasil acabou sendo surpreendido por Cuba no primeiro set da partida desta madrugada. Mas, para ele, o importante é que a equipe mostrou um desempenho crescente.

“Começamos um pouco nervosos e o time deles começou bem, com vigor e sem responsabilidade. difícil dizer o que não funcionou no início. O Gustavo foi fazer o primeiro bloqueio no final do segundo set. O Rodrigão foi fazer quatro, cinco bloqueios depois do terceiro. O importante é que tivemos cabeça para impor nosso ritmo e fomos numa crescente do começo ao fim da partida”, explicou.

Ele lembra que não enfrentava Cuba desde a Liga Mundial do ano passado e que os adversários sofreram algumas mudanças nesse período. “Soubemos de última hora que o ponteiro (Juantorena) não jogaria e já tínhamos estudado ele. Mas depois que você sente a partida, fica mais fácil”, garante.

O líbero Escadinha, que fez algumas defesas espetaculares contra Cuba, destacou a dificuldade representada pela força física dos adversários. “Enfrentamos um time fisicamente forte, com jogadores que saltam e arriscam tudo no saque. Além disso, eles defenderam bem. Apesar de termos conseguido fazer o que vínhamos treinando, ainda temos muito a melhorar”, acredita.

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