“Começamos um pouco nervosos e o time deles começou bem, com vigor e sem responsabilidade. difícil dizer o que não funcionou no início. O Gustavo foi fazer o primeiro bloqueio no final do segundo set. O Rodrigão foi fazer quatro, cinco bloqueios depois do terceiro. O importante é que tivemos cabeça para impor nosso ritmo e fomos numa crescente do começo ao fim da partida”, explicou.
Ele lembra que não enfrentava Cuba desde a Liga Mundial do ano passado e que os adversários sofreram algumas mudanças nesse período. “Soubemos de última hora que o ponteiro (Juantorena) não jogaria e já tínhamos estudado ele. Mas depois que você sente a partida, fica mais fácil”, garante.
O líbero Escadinha, que fez algumas defesas espetaculares contra Cuba, destacou a dificuldade representada pela força física dos adversários. “Enfrentamos um time fisicamente forte, com jogadores que saltam e arriscam tudo no saque. Além disso, eles defenderam bem. Apesar de termos conseguido fazer o que vínhamos treinando, ainda temos muito a melhorar”, acredita.
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