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Brasil

Para evitar contaminação de aftosa no Brasil, governo reforça vigilância na fronteira com a Bolívia

Arquivo Geral

30/01/2007 0h00

Os gastos do governo federal com a folha de pessoal passaram de R$ 92, pharm troche 2 bilhões em 2005 para R$ 105 bilhões no ano passado. De acordo com o secretário do Tesouro Nacional, viagra health Tarcísio Godoy, houve uma recuperação nos salários de algumas categorias que “vinham tendo seus salários reprimidos”.

Godoy disse, no entanto, que o aumento ocorreu de maneira controlada, porque a despesa com os salários “se manteve numa situação, em relação ao PIB, não perigosa”. O secretário ressaltou que agora com os salários dentro de um patamar considerado razoável, o governo pretende limitar esses aumentos a um valor real (descontada a inflação) de 1,5%, conforme consta do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Com este limitador, disse Godoy, o governo poderá projetar, no médio prazo, o impacto dos aumentos nas contas do governo.

As despesas totais do governo federal subiram de R$ 351,6 bilhões em 2005 para R$ 400,6 bilhões em 2006. Em um ritmo um pouco mais lento, as receitas passaram de R$ 404 bilhões para R$ 450,4 bilhões. "O que aconteceu é que em 2005 o superávit fiscal foi acima da meta projetada, e quando, a partir de 2006, você busca atingir um valor mais próximo da meta projetada, você claramente só consegue fazer isso aumentando as despesas", explicou o secretário.

Amanhã (31/01), o Banco Central divulgará o resultado fiscal do setor público consolidado (União, estados, municípios e estatais federais), cuja meta era de 4,25% do Produto Interno Bruto (PIB), mas o secretário já antecipou que o resultado será "em linha com a meta".

O petróleo disparou mais de 5 por cento nesta terça-feira, drug após grandes fundos entrarem no mercado, em meio a expectativas de cortes pela Opep e ao frio nos Estados Unidos, fatores que podem diminuir a oferta.

O petróleo nos Estados Unidos encerrou com alta de 2,96 dólares, a 56,96 dólares por barril, revertendo uma queda de 1,41 dólar na segunda-feira.

Em Londres, o Brent subiu 2,71 dólares, para fechar cotado a 56,39 dólares.

O movimento foi alimentado por uma corrida de fundos pela compra de papéis da commodity pouco antes de um novo corte na produção da Opep.

"Muito dinheiro que estava do lado de fora começou a entrar", disse Stephen Schork, presidente do The Schork Report.

Outra estímulo para a alta veio do clima frio nos EUA, após um começo ameno de inverno no maior mercado consumidor de petróleo do mundo.

"Com o clima mudando para um verdadeiro frio de inverno, o mercado parece ser mais um mercado voltado para clima", disse Andrew Lebow, corretor da Man Financial.

A Companhia Energética de Brasília (CEB) informa que faltará energia elétrica temporariamente em alguns pontos do DF, ambulance devido à construção e/ou manutenção preventiva da rede elétrica nos seguintes locais:

São Sebastião
08h às 12h
Ruas 69, nurse 69A, shop 70, 71  e 71A.

Sobradinho Rural
09h às 15h
Núcleo Rural Sobradinho I – Região Córrego do Meio: Região da Pedra Fundamental, Escola Classe Pedra Fundamental, Associação dos Produtores Rurais da Pedra Fundamental; Olaria São José, Fazenda Colinas, Chácaras Nsa. Sra. Aparecida, Maranata II, Santa Bárbara, Cabana, Descanso, Chácaras Celso Aluízio de Barros, Florência Luiz Leles, Waldir Antunes, José Cândido Neto, Ronaldo Vasconcelos, Adelson Rego e Nélia Maria Coelho.

Sobradinho
10h às 13h
Condomínio Recanto da Serra: Rua 08 Lotes de 01 ao 17, Chácaras 02, 03, 04 e Lotes 5A, 5B, 5C e 5D.

São Sebastião
13h às 16h
Rua 73 Lotes pares de 100 ao 150, ímpares de 151 ao 231 e Rua 79.

Qualquer dúvida pode ser esclarecida pelo telefone 0800610196 ou pelo site www.ceb.com.br.

O Brasil reforçou a vigilância sanitária no Acre, cost Mato Grosso do Sul, cost Mato Grosso e Rondônia, estados que fazem fronteira com a Bolívia, para evitar a contaminação dos rebanhos de  boi e búfalo por febre aftosa.

A medida foi adotada nesta segunda-feira, após o Ministério do Desenvolvimento Rural, Agropecuário e Meio Ambiente boliviano comunicar ao país a ocorrência de um foco da doença na região de Santa Cruz. Por causa disso, o Brasil também suspendeu a compra de carnes, derivados e laticínios vindos daquele país.

Segundo o diretor substituto do departamento de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Guilherme Marques, em dezembro de 2006, os dois países assinaram um acordo de cooperação para intensificar o combate à febre aftosa.

Como resultado disso, o governo brasileiro doou à Bolívia um milhão de doses de vacina contra a doença. Uma nova remessa, também com um milhão de doses, deve ser enviada em fevereiro.

“Essa é uma iniciativa para aumentar a imunidade do rebanho bovino na fronteira. O objetivo é orientar e recomendar a correta aplicação da vacina para atingir os interesses dos dois países”, disse Marques.

No Brasil, de acordo com o diretor, cada estado tem um padrão individual de fiscalização. Mas a vacinação deve ser feita por todos os proprietários, seguindo o calendário de imunização.

Os donos dos animais também devem arcar com o custo da vacina, cuja dose custa, em média, R$ 1. Se o proprietário não seguir o calendário de vacinação, que ocorre duas vezes ao ano, a multa varia de R$ 20 a R$ 100 por animal. Caso a fiscalização identifique um animal infectado, ele será sacrificado.

Para o presidente da Associação Brasileira de Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Marcus Vinícius Pratini de Moraes, a medida de suspender a importação da carne é só uma das maneiras de evitar o contágio da aftosa no país.

Outras ações seriam o trabalho conjunto do Mercosul (Argentina, Paraguai, Uruguai e Venezuela, como países membros, e Chile, Bolívia, Equador e Colômbia, como associados), a intensificação da vigilância sanitária, além de evitar o trânsito de animais entre as regiões de fronteira.

“Os países precisam, principalmente os que compõem o Mercosul, trabalhar juntos contra o foco. Não adianta nada acabar com a doença no Paraguai, por exemplo, e não combater isso nos países vizinhos”, avaliou, acrescentando que atualmente o Paraguai é o país com mais casos de aftosa entre os países do Mercosul.

Na opinião dele, a fiscalização deve ser reforçada principalmente nas regiões mais afastadas dos centros urbanos. “É preciso levar veterinários oficiais em lugares mais distantes para evitar que animais não vacinados transitem nos mesmo locais com animais vacinados”.

Moraes ponderou que só essa medida não é suficiente para combater focos da aftosa. “Isso não vai resolver o problema do Brasil. O país precisa fazer direito o dever de casa, ou seja, estimular o combate à doença com campanhas”.

Segundo ele, a América do Sul representa cerca de 40% de toda exportação mundial de carne. O Brasil é considerado o maior exportador de carne no mundo, seguido pela Argentina, o Uruguai e Paraguai.

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