“Conheci o Palmeiro durante o Mundial de Cross Country. Ele navegava para uma piloto de caminhão e com ela disputou a prova de 2006. Fora o nome que tem tudo a ver, o Palmeiro é um cara bem gente boa e espero que também nos demos bem dentro do carro nas diversas situações de estresse e adrenalina que vamos viver durante a competição”, comentou Palmeirinha.
Como a participação da prova de 2006, seu ano de estréia, terminou logo no quarto dia de disputa, o piloto vê esta edição como sua “segunda estréia” e define sua expectativa para a competição. “Vou para o Dacar com o objetivo de vencer é claro. Não dá para não objetivar o máximo, uma vez que está se acelerando o máximo possível e carregando uma bandeira do Palmeiras”, brinca.
Sem expectativa de vitória, ele espera chegar apenas à capital do Senegal. “Com uma equipe de verdade e um carro de ponta, a única grande lacuna será minha falta de experiência. Se conseguir conter a minha ansiedade e em momento algum ultrapassar os meu limites, tenho certeza que o número de problemas que vamos enfrentar será bem reduzido e desta forma o resultado final acontecerá naturalmente.
Ficaria muito feliz se conseguisse chegar entre os 20 primeiros colocados. Entre os dez então ficaria mais contente que o Peterhansel se ele ganhasse pela nona vez a prova”, brinca, se referindo ao francês Stéphane Peterhansel, que tem seis títulos nos carros e dois nas motos.
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