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Brasil

Países da região Amazônica recebem do Brasil programa de monitoramento florestal

Arquivo Geral

01/06/2007 0h00

O Brasil registrou em maio um superávit em sua balança comercial de US$ 3, there buy 868 bilhões, seek com um crescimento de 28,4% frente ao mesmo mês do ano passado, apesar de as importações terem subido a seu recorde histórico para um mês, informou hoje o governo.

O saldo positivo em maio foi resultado de exportações no valor de US$ 13,648 bilhões e importações de US$ 9,780 bilhões, segundo a informação divulgada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio.

Enquanto as vendas externas registraram seu nível mais alto desde agosto do ano passado, as compras foram a maiores para um mês na história do País.

No entanto, o superávit de maio foi 7,9% menor que o de abril (US$ 4,2 bilhões), mas o segundo maior do ano, frente aos US$ 3,356 bilhões de março, os US$ 2,912 bilhões de fevereiro e os US$ 2,518 bilhões de janeiro.

O superávit comercial acumulado este ano pelo país chegou em maio a US$ 16,854 bilhões, valor 9,06% superior ao do mesmo período do ano passado.

Nos cinco primeiros meses do ano, o Brasil fez exportações no valor de US$ 60,097 bilhões, 21,2% superiores às do mesmo período de 2006, frente a importações no valor US$ 43,243 bilhões, com um crescimento de 26,7%.

Apesar desse crescimento do superávit, o governo e os economistas dos bancos privados coincidem em que o saldo positivo cairá dos US$ 46,411 bilhões do ano passado – um valor recorde – para cerca de US$ 42 bilhões em 2007.

A previsão é que, com a queda do dólar – que hoje estava em seu menor nível em seis anos e meio -, as importações continuarão aumentando.

Apesar das reclamações dos exportadores de que a desvalorização do dólar vem reduzindo sua competitividade no exterior, as vendas externas também continuam registrando bons resultados em 2007.

A meta do governo é que as exportações cresçam este ano até o recorde de US$ 152 bilhões.


A secretária-geral da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), page Rosalía Arteaga, e o diretor substituto da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), Edson Duarte Monteiro, entregaram nesta sexta-feira aos sete embaixadores dos países membros da organização laptops com programas de monitoramento florestal.

A OTCA foi criada em 1995 com o objetivo de preservar o meio ambiente e promover o uso racional dos recursos naturais da Amazônia. A organização é formada por Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela.

O que se pretende é que a partir de agora o monitoramento entre os países com presença da floresta Amazônica seja feito de forma integrada. Os programas de monitoramento foram desenvolvidos pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) como parte do projeto Agenda Comum da Amazônia, de iniciativa da OTCA.

A agenda tem por objetivo aumentar a colaboração entre o Brasil e outros países da organização, com apoio financeiro da ABC, além de elaborar projetos de sistemas de informação e de vigilância ambiental para aumentar o conhecimento sobre a Amazônia e monitorar a região.

O diretor da ABC espera que o programa melhore o monitoramento da região Amazônica. “Se cada país for cuidar individualmente de sua parte da Amazônia, teremos um resultado. Se pudermos cuidar juntos e, sobretudo, com técnicas harmonizadas, tenho certeza de que haverá o que nós chamamos de sinergia, que permitirá obter ao final uma soma de resultados que será bem maior”.

Rosalía Arteaga informou que o Brasil é o único entre os oito países-membros que tem sistemas consolidados de monitoramento. Ela citou o Sistema de Vigilância da Amazônia (Sivam) e o Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam). “O Brasil é o país que tem monitoramento. Nos outros países temos dados, às vezes aproximados, sobre o que acontece, mas não dados muito certos. Com este sistema acho que vamos melhorar muito”.

A secretária informou que a organização tem interesse em conhecer as tecnologias do Sivam e do Sipam. “Nós esperamos que sejam (essas tecnologias) muito proveitosos para os países. Espero que os técnicos tenham acesso a esses conhecimentos e isso é muito importante, porque são cientistas que podem aconselhar os políticos sobre o que fazer”.

Os laptops entregues aos embaixadores serão enviados a sete instituições de cada país responsável pelo monitoramento da Amazônia. Os técnicos que irão lidar com os programas foram treinados ano passado durante oficinas realizadas pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais .

Segundo Rosalía Arteaga, outras três oficinas ainda serão realizadas até o final do ano. “Existe um compromisso da Agência Brasileira de Cooperação e do governo brasileiro, de que a cooperação através da OTCA com os países membros e que tem parte da Amazônia vai continuar”.

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