No início desta quarta-feira (16), em depoimento à polícia, o homem confessou ter sido o responsável por introduzir as agulhas no enteado de dois anos. Ele revelou que teve ajuda de duas mulheres. Uma delas seria adepta de uma seita religiosa.
A mãe da criança relatou aos policiais sobre o comportamento inquieto que o filho apresentava todas as vezes que o padrasto chamava o menino para passear.
As agulhas estão alojadas por todo o corpo da criança de dois anos, inclusive, no coração e pulmão. Seu estado de saúde é grave, mas estável, e a respiração é feita sem ajuda de aparelhos.
Durante a noite, uma equipe pediátrica da UTI do hospital de Ibotirama, oeste da Bahia, fará uma avaliação para decidir se haverá cirurgia para a retirada das agulhas nos órgãos vitais do menino.