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Brasil

Outros aeroportos de São Paulo enfrentam problemas com crise aérea

Arquivo Geral

25/07/2007 0h00

Os aeroportos de Cumbica, abortion em Guarulhos, e Viracopos, em Campinas, os mais próximos e alternativos ao de Congonhas, informaram hoje sobre problemas que agravam a crise pela qual passa o setor aéreo brasileiro.

Os problemas aumentaram nesta quarta-feira com a queda de um dos tetos no setor de desembarque do aeroporto de Campinas, provocada pelas fortes chuvas.

Segundo comunicado do aeroporto, ninguém ficou ferido e o tráfego aéreo continuou normal. Viracopos vem atendendo ao intenso movimento gerado após o desvio de vôos programados de inicialmente para pousar em Congonhas, onde as operações estão restritas por determinação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Por causa do acidente com o Airbus A320 da TAM, a Anac proibiu a venda de passagens em Congonhas, vetou os vôos charter e restringiu as operações em dias de chuva.

Além disso, o órgão regulador desviou aviões que faziam escalas técnicas no terminal de Congonhas. Em Guarulhos, brigas judiciais entre moradores e a Infraero impedem o início das obras de construção da terceira pista do principal aeroporto internacional do país.

Desde 1981, 20 mil pessoas invadiram terrenos destinados à ampliação do aeroporto. Segundo a Infraero, as indenizações para o despejo desses vizinhos saem mais caro que a construção de um novo terminal em cidades como Jundiaí e Sorocaba.

A Sociedade Brasileira de Investigação em Transporte Aéreo e analistas do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) disseram que a ampliação da segunda pista e a construção de uma terceira no aeroporto de Guarulhos são prioridade. As obras deveriam ter começado em 2002, segundo o planejamento.

Além disso, na quarta-feira, a companhia aérea Gol, que também controla a Varig, suspendeu até 30 de julho os vôos de ponte aérea entre Rio e São Paulo. A Gol recomendou aos passageiros com passagens e reservas até 30 de julho que cogitem a possibilidade de adiar os vôos, devido ao congestionamento nos aeroportos.

Por causa da crise no setor aéreo, o ministro da Defesa, Waldir Pires, foi demitido e será substituído pelo ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Nelson Jobim.

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