Menu
Brasil

Osasco e Rexona destacam calma e concentração como principais fatores para o título

Arquivo Geral

20/04/2007 0h00

Após decidirem as duas últimas Superligas femininas, com um título para cada lado, e manterem a igualdade nas quatro partidas da série melhor-de-cinco que define o campeão da edição 2006/2007 do torneio, Rexona/Ades e Finasa/Osasco pregam concentração total na disputa da quinta partida, programada para este sábado, às 9h30, no ginásio Caio Martins, em Niterói. Quem vencer, fica com o tetracampeonato da disputa.


 


Com tanto equilíbrio, os técnicos das equipes pregam atenção total aos detalhes. “O objetivo é ter equilíbrio nos momentos decisivos. Para isso, elas precisam estar confiantes. Temos muitas jogadoras jovens e que não têm tanta experiência no grupo. É preciso que as atletas estejam bem preparadas mental e fisicamente”, comentou o técnico Bernardinho, do Rexona/Ades.


 


Para ele, estar preparado significa uma série de fatores. “A confiança no próprio potencial é adquirida a partir de uma junção de alguns fatores. Ou seja, não é só com conversa e trabalho psicológico. Temos também de exigir o máximo das jogadoras nos treinamentos para que estejam bem preparadas física, tática e tecnicamente”, explicou.


 


Técnico da equipe paulista, Luizomar de Moura garante que seu time está pronto para o duelo. “O equilíbrio mostrado nessa série final criou uma expectativa muito grande para esta partida. O Osasco está muito focado em seu objetivo: o título. Todos os confrontos com o Rexona são difíceis e decididos nos detalhes. Para conseguir a vitória, o time deve se manter focado durante todo o jogo”, analisou.


 


Fazendo mistério, Luizomar ainda não definiu a levantadora titular: Fernandinha ou Fabiana Berto. “Ainda não sei quem irá jogar. Estamos trabalhando muito forte com as duas jogadoras porque isso pode ser um diferencial. Só tenho certeza de uma coisa: a escolhida para iniciar a partida dará conta do recado”, destacou.


 


Líbero do Osasco, Arlene espera um jogo muito complicado. “São duas equipes que têm o mesmo poder ofensivo. O nosso time, no entanto, precisa se prevalecer na partida sem dar chance ao adversário”, comenta a mineira, de 37 anos e 1,78m.


 


A capitã Elisângela concorda. “Esse é um jogo em que não podemos errar. Por isso, treinamos bastante com o objetivo de entrar tranqüilas em quadra”, lembra a atleta, chamando atenção para um detalhe específico. “Nos dois confrontos passados perdemos o primeiro set. Dessa vez, precisamos vencê-lo para ter mais tranqüilidade na hora de forçar o saque ou o ataque”, afirmou.


 


Do outro lado da quadra, Fabi garante que não falta motivação ao Rexona. “Treinamos o ano todo em busca desta final. Tenho dormido todos os dias pensando nos jogos e tentando refletir sobre o que precisamos melhorar. Os dois lados com certeza darão a vida para levar esse título histórico”, afirmou.


 


Na opinião da atacante Sassá, o time tem de controlar a ansiedade para evitar problemas durante a decisão. “Agora é matar ou morrer. Estamos preparadas tanto tecnicamente como emocionalmente. Quanto à pressão, é tranqüilo e sabemos que vamos dar nossa vida em quadra”, comentou.


 


Rexona e Osasco já se enfrentaram 62 vezes na história – somados Superliga, amistosos e outras competições –, sendo 32 vitórias para as paulistas e 30 para as cariocas. Já em Superliga a vantagem é do time de Bernardinho com 23 triunfos contra 18 do adversário.


 


A formação inicial do Rexona será Dani Lins, Renatinha, Sassá, Regiane, Thaisa, Fabiana e Fabi (líbero). O Osasco, por sua vez, deve iniciar com Fernandinha (Fabiana Berto), Elisangela, Paula Pequeno, Natália, Carol Gattaz, Valeskinha e Arlene (líbero).

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado