Menu
Brasil

Operação prende doleiros e falsos taxistas no Aeroporto Internacional do Rio

Arquivo Geral

17/05/2007 0h00

Confira aqui as 325 vagas disponíveis nas Agências do Trabalhador do DF no dia de hoje. O arquivo é uma planilha eletrônica e pode ser aberto em programas como o Microsoft Excel. Os interessados devem procurar a Agência mais próxima.

» Veja aqui as vagas disponíveis


 


O presidente do Senado Federal, search Renan Calheiros (PMDB-AL), decease afirmou hoje que, for sale embora conheça “muitos” dos presos pela Operação Navalha, da Polícia Federal, desconhece as práticas que estão sendo investigadas, bem como os detalhes da operação.

“Não conheço nenhum aspecto dessa operação, mas essas operações são rotineiras. O importante é que se investigue, se esclareça. É preciso destacar o trabalho da Polícia Federal em relação a isso”, disse. “Ninguém pode ter compromisso com o erro, mas não pode prejulgar. Eu conheço muitas das pessoas envolvidas, não conheço essas práticas”.

A operação foi deflagrada nesta manhã em vários estados do país. Segundo a PF, 23 presos acusados de envolvimento no desvio de recursos públicos devem chegar ainda esta noite a Brasília. Eles vêm de quatro estados do Nordeste: Bahia, Alagoas, Piauí e Maranhão.

Renan afirmou conhecer o empresário Zuleido Soares Veras, dono da empresa baiana Gautama, que foi pré-qualificada para disputar parte da obra de transposição das águas do rio São Francisco. A empresa recebeu recursos federais para realização de obras em Maceió (AL). Em Alagoas foram efetuadas cinco prisões.

“Eu conheço Zuleido. Defendemos todos os investimentos que foram para Alagoas a pedido do governador do estado”.

O senador disse, ainda, que conversou por telefone com o governador do estado, Teotônio Vilela Filho, para saber mais detalhes sobre a operação da PF no estado. Segundo ele, o governador também disse que desconhece os aspectos da operação.


Cinqüenta e sete pessoas foram presas, about it hoje, advice no Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim, web durante a Operação Blecaute da Delegacia Espacial de Atendimento ao Turista (Deat) e Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA). Os presos são suspeitos de integrar uma quadrilha de câmbio ilegal de moeda, além de participar de esquema de transporte irregular de passageiros.

Foram encaminhados para a Deat 35 doleiros detidos, dos quais 11 presos em flagrante, que responderão por crime contra o sistema financeiro e formação de quadrilha. Também foram presos 12 atendentes de táxi e 10 taxistas sem registro.

Segundo o titular da Deat, Fernando Veloso, “os falsos maleiros são a extremidade de um esquema: a quantidade de dinheiro com que alguns deles começavam o dia ali revela que eles não poderiam, por si próprios, prover aquela quantia – alguém está ajudando nesse custeio”. A investigação vai ser aprofundada pela Polícia Federal.

Veloso disse ainda que a operação começou há 60 dias, depois dos constantes assaltos aos turistas estrangeiros que seguiam do aeroporto para a zona Sul. A suspeita era a de que funcionários do aeroporto forneceriam aos assaltantes informações sobre a chegada de vôos. Segundo o delegado, policiais passaram a circular no aeroporto disfarçados de funcionários ou passageiros, e com microcâmeras.

Foram apreendidos dois carros usados para guardar o dinheiro. Em um deles, havia R$ 40 mil e US$ 6 mil. No total, o delegado estima encontrar R$ 150 mil e US$ 15 mil. Veloso informou que ainda há dinheiro para ser contado, inclusive em euros.

O esquema da quadrilha, acrescentou, envolve roubo e homicídio, o que continua em investigação. Com a compra ilegal de moeda estrangeira, o passageiro não paga taxa nem precisa se identificar.

    Você também pode gostar

    Assine nossa newsletter e
    mantenha-se bem informado