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Brasil

Operação Desarme causa R$ 328 mi de prejuízo ao tráfico de armas e prende 1.450

Ação nacional coordenada pelo Ministério da Justiça apreendeu 11 toneladas de drogas e mais de 400 armas em seis dias de operação.

Redação Jornal de Brasília

20/03/2026 14h47

Foto: Divulgação/MJSP

Foto: Divulgação/MJSP

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) realizou, de 14 a 19 de março, a 1ª edição da Operação Desarme, uma iniciativa nacional para combater o tráfico ilícito de armas de fogo, munições e explosivos. Coordenada pela Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi), da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), a operação causou prejuízo de R$ 328 milhões ao crime organizado, com o cumprimento de 290 mandados de busca e apreensão.

Os resultados preliminares incluem a apreensão de 11 toneladas de drogas, mais de 400 armas de fogo e 5.995 munições, além de 1.450 prisões. A ação envolveu polícias civis e militares, por meio da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento do Narcotráfico (Renarc) e da Rede Nacional de Operações Ostensivas Especializadas (Renoe), além da Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal e Receita Federal do Brasil. As operações foram realizadas em áreas estratégicas, como fronteiras, rodovias, portos e aeroportos.

Conduzida com base na Doutrina Nacional de Atuação Integrada de Segurança Pública (DNAISP), a operação ocorreu de forma simultânea em todo o território nacional, reunindo esforços entre União e estados. O secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, destacou que a iniciativa representa um avanço na política de segurança, priorizando ações contra os pilares da criminalidade organizada. “Ao mirar o fluxo ilegal de armamentos, a operação produz impacto concreto sobre a capacidade de articulação, financiamento e expansão das organizações criminosas. É uma ação que reafirma o compromisso do Estado brasileiro com uma segurança pública mais eficiente, coordenada e orientada por resultados”, afirmou.

A Operação Desarme visa atingir estruturas essenciais do crime organizado, focando na redução do poder de fogo de grupos criminosos, desarticulação de cadeias logísticas, diminuição da violência letal, interrupção de rotas de armamento ilegal, fortalecimento da responsabilização penal e asfixia financeira das organizações envolvidas.

Com informações do Governo Federal

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