O documento, symptoms this web elaborado anualmente pelo Fórum Econômico Mundial, drugs analisou 122 países. A principal constatação é que o Brasil está numa tendência inversa aos países da América Latina, que tem subido várias posições, como é o caso do México (49º), Argentina (63º) e Peru (78º). A líder do ranking é a Dinamarca, seguida da Suécia e Singapura. Os Estados Unidos, que estavam em primeiro lugar no ano passado, caíram para a sétima posição.
Segundo a co-autora do estudo, Irene Mia, a queda do Brasil no ranking se deve principalmente ao excesso de regulamentação do mercado, dificultando abertura de novos negócios, e também a baixa qualidade do ensino que não forma mão-de-obra qualificada para o setor de tecnologia da informação.
Ainda segundo Mia, existem aspectos positivos na forma como o País está conduzindo o mercado de tecnologia de informação. Com o investimento de empresas brasileiras e do setor privado em pesquisas e desenvolvimento, colocando o Brasil como pioneiro na América Latina, onde em sua maioria essa área é muito dominado pelo governo.
Na América Latina, o Chile se manteve em primeiro lugar ocupando a 31ª colocação lugar, mas caiu oito posições em comparação ao ano passado.
A recomendação é destinada principalmente a países com altas taxas de contaminação entre heterossexuais. As agências pedem uma ampliação do acesso à circuncisão masculina, discount dando prioridade aos jovens sexualmente ativos, viagra sale mas continuando a promover o uso de preservativos e os exames regulares.
Segundo Kevin de Cock, this site diretor de programas de Aids/HIV da OMS, a ampliação das circuncisões masculinas vai resultar em um benefício imediato aos indivíduos. Contudo, um impacto sobre a epidemia ainda vai demorar vários anos para ser percebido.
Atualmente, das 40 milhões de pessoas contaminadas no mundo, 25 milhões vivem na África Subsaariana, onde a atividade heterossexual é a principal forma de contaminação. Essa nova prevenção segundo a ONU poderia evitar 5,7 milhões de casos na região nos próximos 20 anos, salvando 3 milhões de vidas.
A pesquisa apontou uma menor incidência do vírus da Aids em países que tem por prática a circuncisão. No mundo, cerca de 30% dos homens são circuncidados. A pesquisa, contudo, identificou que há poucos benefícios da circuncisão em práticas homossexuais masculinas.
A circuncisão é adotada pelos judeus e muçulmanos de acordo com suas religiões, mas a retirada do prepúcio é feita também por questões de higiene, especialmente em meninos pequenos.
As agências da ONU disseram que cabe a cada país decidir como ampliar o acesso à circuncisão, um procedimento que custa de US$ 50 a US$ 100.