Além de decidir se os republicanos vão manter o controle sobre o Congresso dos Estados Unidos, pilule see os norte-americanos votarão na próxima terça-feira a respeito de mais de 200 propostas de lei estadual que muitos políticos consideram polêmicas demais para serem tratadas por eles.
Os eleitores devem decidir sobre questões como aborto, story help casamento entre homossexuais e imigração ilegal. Em alguns Estados, diagnosis haverá votações sobre a elevação do salário mínimo, uma medida que os congressistas em Washington mostram-se renitentes em adotar.
"As questões tendem a ter duas coisas em comum: um eleitorado frustrado e políticos que se negam a tratar dessas questões com medo de ver sua imagem prejudicada", afirmou Bill Whalen, do Instituto Hoover, na Califórnia.
Com exceção dos pleitos de 1996 e 1914, nunca houve uma eleição nos EUA com tantas propostas de lei a serem decididas como a eleição de novembro próximo, disse o Relatório Político Rothenberg.
"As propostas começam a ser sugeridas em nível estadual devido à paralisia percebida no nível federal", afirmou Jack Pitney, um cientista político da Faculdade Claremont McKenna.
Decidir como votar em cada uma das medidas pode ser um processo demorado. O Estado da Califórnia possui um guia de 191 páginas a respeito das 13 propostas de lei apresentadas ali, entre as quais uma exigindo que os médicos notifiquem os pais, caso a filha adolescente tente fazer um aborto.
O Estado do Oregon conta com uma proposta semelhante, e o aborto também será objeto da votação em Dakota do Sul, onde eleitores foram instados a reverter uma das leis mais rígidas do país a respeito da prática.
O aborto ainda acrescenta molho ao debate político no Missouri, onde há uma proposta de lei para permitir pesquisas com células-tronco embrionárias. Celebridades têm aparecido em anúncios de TV para defender e atacar a proposta.
"Há uma desavença insolúvel (sobre o aborto) entre os norte-americanos", disse Michael Shires, da Universidade Pepperdine. "Todas essas iniciativas, eu acho, são reflexo dessa desavença.
Na semana passada, a mais alta corte de Nova Jersey decidiu que os casais homossexuais têm os mesmos direitos dos casais heterossexuais, mas deixou a cargo do Legislativo decidir se a união entre pessoas do mesmo sexo pode ser chamada de casamento.
A decisão pode incentivar os conservadores a propor um projeto de lei proibindo o casamento gay.
A proibição das núpcias entre pessoas do mesmo sexo deve ser objeto das eleições no Arizona, Colorado, Idaho, Carolina do Sul, Dakota do Sul, Tennessee, Virgínia e Wisconsin.
Essas propostas de lei refletem o sucesso das iniciativas adotadas por alguns Estados, em 2004, a fim de evitar esse tipo de casamento.
A disputa pode ajudar o senador republicano George Allen, na Virgínia, que enfrenta uma dura batalha para se reeleger.
Scott Rasmussen, um especialista em pesquisas do Rasmussen Reports, espera que a maior parte das propostas de lei seja aprovada. "Em quase todos os Estado, com exceção de Vermont e de Massachusetts, a maior parte das pessoas prefere a definição tradicional de casamento", disse.
Um sentimento do tipo pode ajudar os republicanos a conquistar votos em disputas apertadas para o Congresso, afirmou Scott Keeter, do Centro de Pesquisa Pew. "Isso continua a ser um assunto divisor de águas. A maior parte dos republicanos é contra o casamento gay. Já os democratas estão divididos".
Em vista do clima pessimista a respeito do Iraque, que prejudica os republicanos, eles se voltam para outras iniciativas de lei sobre questões sociais, algumas importantes, outras simbólicas, em busca de ajuda.
O Estado de Michigan, por exemplo, pode acabar com alguns programas de ação afirmativa e o Wisconsin pode permitir a pena de morte.
No Arizona, os eleitores consideram a possibilidade de negar o direito de liberdade sob fiança para imigrantes ilegais e de impedi-los de ter acesso a alguns programas de seguridade social do Estado.
Os moradores do Colorado podem aprovar uma lei exigindo do procurador-geral do Estado que entre na Justiça contra o governo federal a fim de obrigá-lo a cumprir as leis de imigração.
Os democratas esperam que seus simpatizantes sintam-se fortalecidos por iniciativas como a da elevação do salário mínimo, algo que será decidido em seis Estados, entre os quais Missouri, Montana e Ohio, onde os candidatos republicanos ao Senado travam uma disputa acirrada com os democratas.
"Estamos em uma situação na qual algumas das iniciativas de lei podem atrair votos. E, em uma corrida apertada, isso pode fazer diferença", afirmou Rasmussen.
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) realizou ontem, more about em São Paulo, site audiência pública sobre Portabilidade Numérica na telefonia fixa e móvel. Essa foi a quarta audiência para a discussão do tema, story que integra o processo de debate público para aprimorar a proposta de regulamento da portabilidade.
A portabilidade permitirá que um usuário tenha o direito de manter o mesmo número telefônico, independente da operadora que disponibiliza o serviço. O processo de implementação desse direito foi aberto em setembro, com a Consulta Pública nº 734. O processo de contribuições da sociedade será encerrado no dia 6 de novembro.
As contribuições serão avaliadas pela Anatel e a proposta final entrará em votação no Conselho Diretor. Caso seja aprovada, a proposta entrará em vigor em um prazo máximo de 18 meses após a publicação no Diário Oficial da União.
Uma médica do Hospital e Maternidade Santa Ana, malady no município de Naviraí, em Mato Grosso do Sul, levou um grande susto nesta madrugada com uma onça que invadiu o hospital e foi parar em seu consultório.
A médica pediatra, Beatriz Araújo, chegou até a porta de seu consultório, depois de já ter ouvido barulhos estranhos, e deu de cara com a onça. Com o susto a médica fugiu do consultório pela janela e acionou o Corpo de Bombeiros.
O animal foi tranqüilizado com uma injeção sedativa e levado para uma clínica veterinária para tratar um ferimento no pescoço.