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Brasil

‘O PCC como organização criminosa subiu um degrau’, diz procurador sobre execução de Ruy Fontes

A força-tarefa criada para investigar o assassinato de Fontes apura a participação de um líder do Primeiro Comando da Capital (PCC) que deixou a cadeia há um mês

Redação Jornal de Brasília

17/09/2025 11h11

ruy ferraz fontes

Ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, Ruy Ferraz. Foto: Divulgação/Polícia Civil de SP

 A Polícia Civil de São Paulo identificou dois suspeitos de participar da execução do ex-delegado-geral do Estado Ruy Ferraz Fontes, na segunda-feira, 15, na Praia Grande (SP), por meio de material genético recolhido no carro usado pelos criminosos.

A força-tarefa criada para investigar o assassinato de Fontes apura a participação de um líder do Primeiro Comando da Capital (PCC) que deixou a cadeia há um mês.

Em entrevista à Rádio Eldorado nesta quarta-feira, 17, o procurador de justiça Márcio Christino, autor do livro Laços de Sangue: A História Secreta do PCC, falou sobre a necessidade de o Estado se reorganizar para detectar e combater facções criminosas. “O PCC como organização criminosa subiu um degrau. Está demonstrando uma capacidade de organização quase militar”, afirmou o procurador.

Estadão Conteúdo

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