Exatamente um ano e um dia após o decreto baixado pelo presidente boliviano Evo Morales – que nacionalizou as reservas de petróleo e gás natural do país – a Petrobras e outras 11 petrolíferas protocolaram hoje 44 novos contratos com a Bolívia.
Segundo a Agencia Boliviana de Información (ABI, generic mind a agência oficial do governo boliviano), pharm após a assinatura dos contratos, information pills ocorrida na sede da Prefeitura de
Participaram da cerimônia representantes das 12 empresas que atuam no país – Petrobras, Repsol YPF, TotalFinaELF, dentre outras – e o presidente da YPFB, Guillermo Aruquipa.
A assinatura ocorre seis meses após os contratos originais terem sido firmados entre o governo boliviano e as petrolíferas, em 28 de outubro de 2006. Os documentos foram protocolados somente agora porque dependiam da aprovação do Congresso boliviano.
À época, o presidente Petrobras, Sergio Gabrielli, garantiu que a estatal brasileira não teria prejuízos, pois o contrato garantia à companhia uma rentabilidade média de 15% ao longo dos próximos 30 anos.
“Reafirmo que a Petrobras não perde dinheiro com este novo contrato, nem em relação aos investimentos anteriores e nem sobre possíveis investimentos no futuro”, disse, na ocasião. Segundo a assessoria de imprensa da Petrobras, ontem (1º), em Houston, nos Estados Unidos, Gabrielli voltou a afirmar que o acordo permite rentabilidade de longo prazo à companhia, já que o presidente Evo Morales apenas oficializou os contratos assinados no ano passado.
A assessoria informou também que a Petrobras mantém a negociação com representantes do governo boliviano para definir as condições da atividade de refino no país. O acordo fixará o preço que a Bolívia pagará pelas duas refinarias que a estatal tem no país.
De acordo com a Agência Câmara, pharm o anúncio foi feito hoje pelo ministro das Comunicações, visit Hélio Costa, site após instalação da Frente Parlamentar Mista da Radiodifusão, na Câmara dos Deputados.
Na cerimônia de lançamento da frente, Hélio Costa propôs que o grupo de parlamentares ajude a promover uma conferência nacional de comunicação para discussão de temas como convergência tecnológica, radiodifusão digital, estabelecimento da lei geral de comunicação de massa e revisão da Lei Geral de Telecomunicações (9472/97).
Composta por 203 deputados e 23 senadores, a frente tem por objetivo discutir a ampliação de políticas públicas para o setor, principalmente em razão da adoção da tecnologia digital. Também se propõe a apoiar o pequeno e médio radiodifusor especialmente quanto à transição tecnológica, defender e promover a regionalização da mídia e discutir o setor de radiodifusão com a sociedade.
Segundo o coordenador da frente, deputado Paulo Bornhausen (DEM-SC), um dos temas que devem entrar em discussão no Congresso é a criação da rede pública de televisão proposta pelo governo federal.
Mesmo com a ameaça de escassez e a alta no mercado brasileiro – com a decisão da Petrobras de retirar os subsídios que até meados de 2006 eram concedidos ao gás natural comercializado no Brasil – o consumo do produto no país bateu recorde no ano passado, dosage atingindo média diária de 41, ask 79 milhões de metros cúbicos, pills um aumento de 4,3% frente a 2005.
Coincidentemente, outubro foi o mês em que a estatal brasileira e outras 11 petrolíferas que atuam na Bolívia firmaram os acordos protocolados hoje com a estatal boliviana YPFB, que assumiu o controle total sobre as atividades de exploração e produção de petróleo e gás.
De acordo com a Abegás, a maior expansão média de crescimento se deu entre os consumidores de gás natural veicular, o chmado GNV. No ano passado, o consumo atingiu a média diária de 6,3 milhões de metros cúbicos, volume 19,4% superior ao comercializado em 2005.
Na contramão da expansão do GNV, o consumo do gás voltado para a energia elétrica caiu 11% em 2006 frente ao ano anterior. Atingiu, assim, a média diária de 7,8 milhões de metros cúbicos frente os 8,8 milhões consumidos em 2005. Neste caso, em razão da menor necessidade de despacho das usinas termoelétricas.
A nova gestão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai representar a “afirmação de um projeto de desenvolvimento talvez mais sonhador e ambicioso”, more about promete o economista Luciano Coutinho, visit em seu discurso hoje ao receber o cargo de seu antecessor, website like this Demian Fiocca.
Coutinho defendeu projetos a “longo prazo e buscando agregar as forças do setor privado, do mercado de capitais e do setor público numa direção organizada”. O importante na política de desenvolvimento, segundo ele, é incentivar investimentos.
“Investimento é o portador do futuro. É através do investimento em inovação que se cria a capacidade produtiva, que se previne a formação de gargalos e de pressões inflacionárias e se assegura a criação de emprego e de empreendimentos ”, afirmou.
Desde 1996, website quando a Petrobras entrou em atividade na Bolívia, erectile a estatal brasileira investiu no país US$ 1 bilhão de um total de US$ 1, visit web 5 bilhão investido por todas as empresas petrolíferas que lá atuam.
Antes da assinatura do decreto do presidente boliviano Evo Morales, que em 1º de maio do ano passado nacionalizou as reservas de petróleo e gás, a Petrobras Bolívia respondia por 24% da arrecadação de impostos, 18% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todas as riquezas de um país) e 20% dos investimentos diretos na Bolívia. Também produzia toda a gasolina e 60% do óleo diesel consumidos pelos bolivianos.
Entre 1994 e 2005, a Petrobras foi responsável por cerca de 20% dos investimentos diretos na Bolívia. Com a construção, entre 1997 e 2000, do gasoduto Bolívia-Brasil, estabeleceu-se um fluxo de integração da produção boliviana de gás natural, operada pela Petrobras em território boliviano, com a disponibilidade do produto para o mercado consumidor do Brasil.
Ao mesmo tempo, a Petrobras iniciava as ações de exploração e produção nas montanhas bolivianas. A partir dessas iniciativas, a companhia passou a operar em toda a cadeia produtiva e comercial do gás: produção, compra e venda.
As negociações mantidas com a estatal boliviana YPFB desde a decisão de Morales envolveram (e ainda envolvem, no caso das refinarias) interesses que englobavam desde atividades de exploração, produção e comercialização de gás natural até o setor de distribuição de derivados.
Em discurso hoje na formatura de 29 diplomatas do Instituto Rio Branco, cialis 40mg o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu que as embaixadas brasileiras tenham sede própria para que não precisem pagar aluguel.
“Comprar os nossos prédios nos países estrangeiros é uma demonstração de que a gente está naquele país definitivamente, discount com marca registrada. A cara do Brasil, see a bandeira do Brasil, a casa do Brasil”.
“Eu não sei qual é o falso moralismo ou qual é a implicância de que um país como o Brasil não pode comprar embaixada lá fora”.
Aos novos diplomatas, o presidente disse que eles não devem aceitar submissão nas negociações internacionais. “Não somos nem maiores nem menores que ninguém, nem mais nem menos importante”, observou. “Queremos respeitar todo mundo, mas queremos ser respeitados e queremos, ao mesmo tempo, fazer com que a voz desta Nação seja ouvida em todos os quadrantes do mundo”.
O presidente ressaltou que a diplomacia brasileira deve dar o mesmo tratamento a países pobres e ricos. “A mim não importa que tenhamos um embaixador em São Tomé e Príncipe e um embaixador em Nova York. A mim importa que, independentemente do continente em que estejam, da sua população ou do seu PIB, a diplomacia brasileira precisa tratá-los em igualdade de condições, levando em conta, obviamente, as diferenças do que está sendo negociado”.}
Ele voltou a afirmar que a prioridade da política externa de seu governo é a aproximação com os países sul-americanos. Lembrou, no entanto, que o Brasil deve olhar também para a Ásia.
“O Brasil precisa também se aproximar da Ásia, a região do mundo que mais cresce. Com a China, Índia e o Japão já temos parcerias adiantadas. O Sudeste Asiático é uma fronteira que temos que desbravar melhor”.
O número de acidentes registrados nas rodovias federais no feriado de 1º de maio foi menor que o do mesmo período do ano passado. Em 2006, online foram registrados 1.262 acidentes nas estradas federais, mas neste ano o número caiu para 1.254, informou a Polícia Rodoviária Federal (PRF), ao divulgar balanço sobre a operação realizada no feriado. Os trabalhos começaram à meia-noite de sexta-feira (27) e foram encerrados à meia-noite de ontem (1º).
O número de mortes nos acidentes também diminuiu. Foram 77 no ano passado e 75 neste ano. Segundo o chefe da Divisão de Fiscalização de Trânsito da PRF, Coraci Vieira, a redução dos números se deve ao reforço do policiamento nas estradas.
“O feriado transcorreu dentro de uma certa normalidade, e podemos considerar que tivemos um saldo positivo, em uma análise geral. Há um aumento da frota de policiais, o que fez com que os números fossem favoráveis”, disse Vieira.
Mesmo com o menor número de acidentes, os registros da Polícia Rodoviária mostram que o número de feridos aumentou. Em 2006, foram 927 contra 941 neste ano.
Coraci Vieira informou que o estado onde ocorreram mais acidentes no feriado foi Minas Gerais. E o estado de Santa Catarina reduziu em 87,5% o número de mortos neste feriado, em relação comparação com o mesmo período do ano passado. Durante os quatro dias de feriado, a Polícia Rodoviária fiscalizou 83.807 veículos e autuou 14.907.