Após terminar os treinos livres dessa quinta-feira em 11º lugar, o piloto brasileiro da Honda, Rubens Barrichello, afirmou que sua equipe melhorou mais um pouco em relação ao Grande Prêmio da Espanha. “Deu um pulinho para a frente, mas não dá para saber quanto melhorou. Era para eu ter ficado em 14º na Espanha (nos treinos), dei sorte porque uns tiveram problemas e acabei ficando em 12º, e é o que dá para almejar aqui, se bem que em Mônaco sempre tem um pouco de loteria”, disse Rubinho.
O piloto afirmara na última etapa que seu carro mostrará o que realmente pode render apenas na etapa de Magny Cours, na França, que acontece no dia 1º de julho. Sobre a corrida de Mônaco, a qual já é experiente, Barrichello afirmou que já esperava a batida de Lewis Hamilton, quando viu que o britânico estava andando quase um segundo abaixo do tempo de Alonso.
“Essa pista é maliciosa no que diz respeito ao limite do carro. Tem que deixar um ou dois por cento de lado. O Lewis vai aprender, isso foi coisa de moleque, é normal”, afirmou.
Barrichello completou 35 anos nesta quarta-feira. Quando indagado sobre qual foi sua passagem mais marcante por Mônaco nesse tempo, Rubinho contou uma história sobre a primeira vez que ele esteve no principado pela Fórmula 1. “Bati na porta do box da McLaren para ver se o Ayrton estava lá para me dar umas dicas. Ele me atendeu e quando fui para a pista fiz exatamente o que ele me falou, quer dizer, aquela coisa do garoto perguntando pro ídolo, é algo que nunca vou esquecer”.