A Nigéria é uma das seleções com menores chances de passar à segunda fase do Mundial feminino de basquete. As africanas caíram no grupo C, que reúne as favoritas norte-americanas, campeãs dos dois últimos torneios, as russas, vices naquelas edições e a China.
A capitã nigeriana, Mfon Udoka, que tem passagem pela WNBA, gosta do rótulo de franca atiradora para sua seleção. “Não temos nenhuma pressão, ninguém espera nenhum resultado específico da nossa equipe, e isso pode ser uma vantagem, já que nossos rivais têm sempre a obrigação de vencer”, analisou.
“Estamos pensando apenas em fazer o nosso melhor, tentar vencer um jogo de cada vez e fazer uma boa campanha, garantiu.
A primeira adversária da Nigéria no Mundial serão as medalhistas de bronze nas Olimpíadas de Atenas. “A Rússia é uma das melhores equipes do mundo, dispensa qualquer comentário. São jogadoras muito altas, experientes, de altíssimo nível. Vamos ter que defender muito e tentar não nos intimidar, o que costuma acontecer com times jovens como o nosso nesse tipo de confronto”, previu Udoka.