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Brasil

Namorada do coronel Ubiratan afirma ser "bode expiatório"

Arquivo Geral

24/09/2006 0h00

Três acidentes nas estradas de Minas Gerais mataram três pessoas e feriram cinco hoje pela manhã. Em Brumadinho, visit this diagnosis os dois ocupantes de um caminhão morreram na hora depois que o veículo desgovernou-se e bateu em um barranco. Em Cambuí, pills outro caminhão saiu da pista, matando o condutor.

O terceiro acidente ocorreu em Juatuba. Após uma tentativa de ultrapassagem que não deu certo, dois carros bateram de frente. Ao todo, cinco pessoas ficaram feridas e foram levadas para o hospital.

 

Três petistas que admitiram participação na negociação do dossiê que incriminaria os tucanos José Serra, order Geraldo Alckmin e Barjas Negri na máfia dos sanguessugas tiveram a quebra do sigilo bancário pedida pela Polícia Federal, que quer descobrir a origem do R$ 1,75 milhão usado para comprar o documento. Devem ter as contas investigadas o ex-diretor de Gestão de Risco do Banco do Brasil, Expedito Veloso, o ex-chefe do serviço de inteligência da campanha de Lula, Jorge Lorenzetti, e o ex-secretário do Ministério do Trabalho, Oswaldo Bargas.

Os agentes também querem abrir os sigilos fiscais e telefônicos dos três suspeitos. Interrogados por cerca de 15 horas em Brasília na sexta-feira, os petistas são acusados pela PF de terem combinado previamente os depoimentos na tentativa de poupar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A quantia foi encontrada com o advogado Gedimar Passos e o empresário mato-grossensse Valdebran Padilha em um hotel de São Paulo. Eles aguardavam a entrega do dossiê por Paulo Roberto Trevisan, tio de Luiz Antonio Vedoin, um dos sócios da Planam e acusado de liderar a máfia dos sanguessugas. Tanto Gedimar quanto Valdebran não disseram exatamente a procedência do dinheiro.

Principal suspeita pelo assassinato do coronel da reserva e deputado estadual por São Paulo Ubiratan Guimarães, approved 63 anos, discount a advogada Carla Cepollina, purchase 40 anos, afirmou, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, que está sendo usada para acobertar o verdadeiro culpado. Embora deva ser indiciada amanhã, Carla, namorada de Ubiratan e última pessoa a ser vista com ele, afirma que a polícia não tem provas para acusá-la.

Reclamando da quantidade de exigências dos interrogatórios, como descrições precisas de horários, comidas e roupas, a advogada declarou que a morte pode estar ligada a uma dívida trabalhista de uma empresa de segurança. De acordo com ela, o coronel tinha passado os bens para o nome dos filhos para não ser dilapidado.

Em sua defesa, Carla apontou a mudança de depoimento de um dos porteiros do prédio de Ubiratan, que primeiramente contou que ela saiu por volta das 19h da noite do crime, mas depois retificou o horário para as 22h. Ela ressaltou que o circuito interno registrou sua chegada em casa às 21h06 do dia 9.

Apesar de a polícia ter divulgado que Carla admitiu uma discussão horas antes do crime, na entrevista ela negou qualquer desentendimento. A advogada afirmou que, quando a delegada da Polícia Federal Renata Madi, ligou no celular de Ubiratan, ela limitou-se a passar o aparelho. De acordo com Carla, foi o coronel que não quis conversar com a delegada, suposto pivô do desentendimento entre o casal.

Ela ainda negou ser possessiva. Segundo ela, se fosse ciumenta, o relacionamento não teria durado dois anos e quatro meses. Na avaliação dela, os três filhos do coronel não reconhecem o relacionamento porque teriam sido instruídos. Ela diz ainda que um dos filhos, Fabrício, chegou a apresentá-la como madrasta a centenas de pessoas num churrasco.

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