O motivo? A insistência de Mancini em colocar Juan Ignacio Chela como segundo jogador no confronto entre simples. Oitavo colocado na lista da ATP, Nalbandian prefere que Agustín Calleri fique com a vaga.
De uma forma respeitosa, mas acalorada, os dois discutiram por 45 minutos após o término do treino. Com cara de estranheza e movimentando muito os braços, o jogador ouvia do capitão os motivos da escolha de Chela, que, segundo a imprensa argentina, deve ser anunciado em breve como o oponente de Nikolay Davydenko, número quaro do mundo.
Desta forma Calleri deve jogar a partida de duplas ao lado de Nalbandian. Enquanto isso, do outro lado da quadra Chela passou o tempo todo sentado ao ponto de ser alvo de brincadeiras na imprensa do país. “Deu tempo de ele contar quantas câmeras e quantas cadeiras vermelhas havia no estádio”, brincou o Olé.
Procurado por alguns jornalistas na saída, o capitão argentino não deu declarações. “Sem comentários”, limitou-se a falar. Depois, ele deu a sua versão dos fatos. “Foi uma discussão técnica, talvez com o tom um pouco mais alto, mas normal. Em nenhum momento tivemos divergências com relação à formação do grupo”, garantiu Mancini, que revelou que seus jogadores estão tensos com a aproximação da decisão.
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