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Brasil

Mutirão para cirurgias busca redução de fila de pacientes em hospital público do Rio

Arquivo Geral

07/05/2007 0h00

A vereadora baiana Patrícia Sanches foi presa hoje por ser suspeita de ter mandado matar o marido, viagra 60mg buy Gilberto Ramos de Andrade, malady que é prefeito da cidade de Aureliano Leal, interior da Bahia.


 


Gilberto Ramos foi morto na BR-101 quando dirigia seu carro. Ele foi interceptado por dois homens armados, que efetuaram disparos contra ele. Mesmo ferido, o prefeito conseguiu sair do carro e correr, mas foi alcançado pelos homens, que o espancaram.


 


Um morador do local viu Gilberto caído na beira da estrada e ajudou. Quando era levado ao hospital, o prefeito teria dito que a mulher seria a mandante do crime.


 


A defesa de Patrícia se pronunciou, e disse que não existem provas contra a vereadora e, por esse motivo, ela devia ser solta.


Milhares de pessoas participaram hoje em Londres de uma marcha para pedir a regularização de imigrantes ilegais que vivem no Reino Unido. Depois do comício, symptoms os militantes participaram de uma missa na Abadia de Westminster.


 


O cardeal Cormac Murphy-O’Connor, healing que celebrou a missa, information pills disse que não está encorajando os imigrantes ilegais. Os manifestantes pedem, principalmente, o fim dos controles de regularização. Para eles, é um controle racista.


 


O grupo que defende que não deve haver regularização afirma que não adianta regularizar porque sempre haverá imigrantes ilegais. Eles ainda dizem que os estrangeiros ainda roubam os empregos por cobrarem menos pelos serviços.


Mais de 50 pessoas que sofrem de problemas na articulação do quadril serão operadas nesta semana no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), page no Rio de Janeiro. De hoje até a próxima sexta-feira, erectile a instituição promove um mutirão para reduzir o tempo de espera na fila por uma cirurgia de quadril para a colocação de prótese, que atualmente pode chegar a até dois anos. Cerca de 2,2 mil pacientes de várias regiões do país aguardam para fazer esse tipo de procedimento no Into, que é o hospital de referência no país na área de traumatologia e ortopedia.

Normalmente, o hospital leva um mês para realizar as 50 cirurgias que serão feitas em cinco dias nessa semana. Uma equipe de 55 profissionais entre cirurgiões, médicos residentes, enfermeiros, anestesistas e pessoal de apoio estará reunida para o esforço concentrado. Segundo Fernando Pina Cabral, médico chefe do setor de cirurgia de quadril do instituto, a demanda de pacientes é muito grande e poucos hospitais do país tem condições de realizar grande número de cirurgias de alta complexidade para substituição da articulação do quadril. Ele também destacou que, nos últimos tempos, a demanda por esse tipo de cirurgia cresceu muito até mesmo em função dos avanços da medicina e dos serviços públicos de a saúde no país.

“O perfil dos nossos pacientes é o de pessoas que no passado conviviam com muletas, ficavam incapacitados fisicamente, se aposentavam por doença e ficavam encostados em casa, porque há 20 ou 30 anos não tínhamos recursos. A medicina foi evoluindo, o povo brasileiro teve acesso à medicina de primeiro mundo, então a quantidade de pacientes que não era operada era muito grande e hoje isso mudou”, avaliou.

De acordo com o cirurgião, além de reduzir a fila de espera, a iniciativa do Into vai bater o recorde mundial de cirurgias ortopédicas de alta complexidade no quadril. “Nós participamos de eventos internacionais, conhecemos os maiores hospitais do mundo e o que vemos é que normalmente se fazem uma média de 15 a 20 cirurgias por semana nos maiores hospitais. Até onde temos informações ninguém tem esse número de 50 em uma semana no mundo”.

A substituição de articulações do quadril por uma estrutura artificial é realizada em casos de artrose – doença que causa degeneração das articulações. A doença acomete principalmente os idosos, mas em sua forma secundária pode ser causada por fraturas ou alterações no desenvolvimento ósseo em crianças e adolescentes, causando dor, dificuldade de locomoção e incapacidade para o trabalho.

Depois de passar pela cirurgia, o paciente fica internado por três a quatro dias e sai do hospital andando. Na seqüência, ele recebe acompanhamento domiciliar de uma equipe multidisciplinar e em três meses é pode retomar suas atividades normais. As próteses que serão colocadas no Into gratuitamente, via Sistema Único de Saúde (SUS), podem custar até R$ 20 mil e o procedimento cirúrgico completo ultrapassa os R$ 40 mil na rede privada.

Desde 2001, o Into realiza mutirões para acelerar a realização cirurgias ortopédicas de alta complexidade. A iniciativa desta semana é a primeira do ano de 2007 na especialidade de quadril. O mutirão também é uma oportunidade para a reciclagem de cirurgiões de vários estados do país que vêm em ao Rio acompanhar a série de operações nas quais são utilizadas técnicas que estão entre mais avançadas do mundo.

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