As principais potências mundiais tentam reduzir suas diferenças a respeito de sanções ao Irã, shop find enquanto vai se esgotando um novo prazo para que o país suspenda suas atividades de enriquecimento de urânio.
O subsecretário norte-americano de Estado, purchase help Nicholas Burns, disse que "ainda há diferenças" entre as potências sobre quais sanções seriam impostas se o Irã não suspender o programa nuclear, como exigiu o Conselho de Segurança da ONU.
Fontes norte-americanas disseram que representantes de EUA, França, Rússia, China, Grã-Bretanha, Alemanha e União Européia estão reunidos em Nova York durante a sessão da Assembléia Geral da ONU.
Nenhuma decisão deve ser tomada na sexta-feira – a expectativa é apenas de que as discrepâncias sejam reduzidas. "Não temos todo o tempo do mundo. O Irã deve escolher [entre suspender as atividades nucleares ou enfrentar sanções]", disse Burns.
Em junho, as seis potências ofereceram incentivos políticos e econômicos ao Irã em troca da suspensão nuclear. Além disso, a ONU deu até 31 de agosto para que o país tomasse essa medida, o que não ocorreu.
Ao contrário do que suspeita o Ocidente, o Irã diz que seu programa nuclear é exclusivamente pacífico e autorizado pelos tratados internacionais.
Nesta semana, os chanceleres do sexteto deram até o começo de outubro para que o chefe da diplomacia européia, Javier Solana, definisse com Teerã os termos de uma eventual negociação.
Esses países ameaçaram impor sanções graduais, começando com restrições financeiras e de viagens a agências e autoridades iranianas envolvidas no programa nuclear, caso não haja suspensão.
Mas Rússia e China se opõem a sanções, e os europeus pedem a Washington que dê mais tempo ao diálogo.
Nesta semana, o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, deu a entender pela primeira vez que seu país pode fazer concessões. "Sob condições justas, vamos negociar", afirmou.
Mas Burns disse que "é difícil dizer se houve alguma abertura [nas declarações de Ahmadinejad]" e exigiu que o Irã suspenda totalmente o seu programa nuclear, de forma que seja verificável por inspetores internacionais.
Solana esperava se reunir nesta semana em Nova York com o negociador nuclear do Irã, Ali Larijani, que acabou não aparecendo. Foi o quarto adiamento nas reuniões. Agora, a previsão é de que o encontro aconteça na próxima semana em alguma cidade européia.
Na noite de Natal, treatment dia 24 de dezembro de 2005, drugs a família de Maria José Menna Barreto, de 64 anos, moradora do oitavo andar de um prédio em Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro, não esperava atitude racista de sua vizinha, Palmyra Medeiros Rocha, de 70 anos.
Palmyra, moradora do sétimo andar, invadiu juntamente com a filha, Denise Medeiros Rocha, o salão de festas onde a família de Maria José estava reunida para festejas a data, e soltaram um cão da raça weimaraner, ameaçando e insultando a todos.
Segundo as testemunhas, os próprios convidados da festa a vizinha, Pamyra, chegou gritando: "acaba essa festa! fora, fora!". E insultou com palavras racistas o genro de Maria José, o vendedor Cláudio Costa Ferreira, de 40 anos. "Negro safado! O seu lugar
não é aqui, é na senzala! Tem é que voltar para a senzala!".
Naquela noite a família de Maria José já havia sido surpreendida com sacos plásticos cheios de água, arremessados do apartamento de Palmyra, em cima dos convidados da festa, que acontecia no salão no playground, alugado pela família.
O 5º Juizado Especial Cível do Rio de Janeiro determinou no último dia 11 a condenação de Palmyra por danos morais e o pagamento de R$ 14 mil a dona da casa. Palmyra tem até a próxima quinta-feira para recorrer da decisão. Mãe e filha também deverão responder a ação criminal e indenizatória pelas injúrias de racismo que Cláudio Ferreira sofreu das duas.
Mesmo que a filha não tenha sido processada junto com mãe, a juíza Luciana Santos Teixeira diz que “não restam dúvidas de que a ré apoiou, participou e incentivou as ações da filha. (…) Por meio de atos humilhantes e racistas a ré agrediu a honra e dignidade da autora, desrespeitando seus fundamentais direitos".
A condenada não quis se defender. "Eu não gostaria de fazer comentário nenhum sobre isso", disse Palmyra, que também não quis confirmar se sua filha Denise seria realmente médica. No ato de contestação ela informa que sua filha sofre “doença incurável e que gera atitudes que deixam a mãe em total desconforto".