A paraibana Elizângela Ferraz, viagra sale 28 anos, information pills morreu no domingo porque não conseguiu uma operação cardíaca na rede pública de saúde do estado. Ela tinha problemas no coração e tentou, sem sucesso, marcar o precedimento.
A jovem foi vítima da greve dos cardiologistas da Paraíba, que esperam que a tabela do Sistema Único de Saúde (SUS) seja revisada.
Segundo a irmã de Elisângela, ela pediu socorro por três meses, mas nenhum médico queria operá-la. A mãe da vítima chegou a oferecer o pagamento do anestesista, porém não houve atendimento. Um médico teria sugerido que esperasse o fim da paralisação.
Os cirurgiões cardíacos da Paraíba afirmam que a tabela do SUS está defasada há mais de 10 anos e querem a revisão dos preços de cirurgia. Eles reclamam que recebem R$ 76 por operação. Nenhuma cirurgia está sendo feita nos três hospitais credenciados do estado e 500 pacientes aguardam o procedimento.
Médicos, Secretaria Municipal de Saúde e hospitais credenciados devem ser alvo de ação civil do Ministério Público. De acordo com a procuradora Ana Raquel Brito, eles podem ser acusados por omissão de socorro, homicídio culposo ou por lesão corporal culposa.