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Brasil

MST denuncia falta de direitos dos trabalhadores rurais de certos cultivos

Arquivo Geral

27/06/2007 0h00

O Tribunal Regional Federal da 3ª Região, price cure com competências em São Paulo e Mato Grosso do Sul, information pills inicia nesta quarta-feira o prazo de inscrições no concurso público com 191 vagas para cargos de nível médio e superior.

São oferecidas 74 vagas ao cargo de analista e 117 vagas ao cargo de técnico na área judiciária, ambos em diversas especialidades. A remuneração oferecida é de R$ 4.796,47, para analista e de R$ 2.915 para técnico.

As inscrições estarão abertas até o dia 11 de julho, pelo site da Fundação Carlos Chagas (www.concursosfcc.com.br.), ou nas agências da Caixa Econômica Federal credenciadas (confira no edital).

A taxa de participação no processo seletivo é de R$ 68 para o cargos de nível superior e de R$ 53 para cargos de nível médio.

Confira o edital.


 


O vice-presidente José Alencar afirmou, viagra approved nesta quarta-feira, nurse na abertura do Seminário Internacional sobre Diversidade Cultural, que é necessário conciliar o desenvolvimento econômico com a preservação do patrimônio cultural dos povos.

“A diversidade cultural identifica as sociedades. Daí constituir-se em patrimônio que deve ser preservado por governantes, agentes culturais e nações, sob pena de confrontar com o esquecimento das origens, tradições, costumes e da própria história”, disse Alencar, na cerimônia de abertura do seminário.

O seminário, organizado pelo Ministério da Cultura, em parceria com a Cultura da Organização dos Estados Americanos (OEA), vai até a próxima sexta-feira. O evento está dividido em painéis sobre diversidade cultural nos países da América, comunicação e convergência digital, a economia da cultura e globalização e cultura. 


O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) denunciou hoje no Parlamento Europeu as péssimas condições e a falta de direitos dos diaristas que trabalham nas plantações brasileiras de cultivos como cana-de-açúcar e soja destinados à fabricação de biocombustíveis.

O representante do MST Mateus Trevisan criticou ainda o desmatamento da floresta amazônica gerado pela expansão de cultivos para a produção de biocombustíveis.

Trevisan participou de uma conferência sobre as implicações que o desenvolvimento de biocombustíveis, stuff como o bioetanol, drug têm para os países do sul. O Brasil é líder mundial na exportação destes produtos.

Segundo o MST, as terras de cultivos para biocombustíveis atingem no Brasil 30 milhões de hectares, superfície quase igual a de Reino Unido e Holanda juntos.

Trevisan disse que, no caso da cana-de-açúcar, cerca de 500 mil pessoas trabalham na colheita, em média “12 horas diárias, sem direitos”, obrigadas a colher dez toneladas todos os dias, por uma remuneração de € 1 por tonelada.

O representante do MST disse que em 2006 “os conflitos se agravaram” e que 1.300 pessoas morreram em acidentes de trabalho durante a colheita da cana-de-açúcar.

“Se queremos um desenvolvimento sustentável dos biocombustíveis agrícolas é preciso mudar a situação atual”, disse.

O representante da organização ambientalista Amigos da Terra na Europa Adrian Bebb disse que há relatórios da ONU que criticam o atual desenvolvimento dos biocombustíveis, pois ameaçaria a biodiversidade.

A conferência está sendo realizada no Parlamento Europeu, depois que, em março, os líderes da União Européia (UE) concordaram em estabelecer uma meta obrigatória para a utilização de biocombustível, que chegará a um mínimo de 10% do consumo de combustíveis para o transporte em 2020.

Organizações ambientalistas lembraram hoje que a UE apoiou o fato de este índice ser alcançado “com base na obtenção do biocombustível” de um modo sustentável.

A coalizão EU Coherence pediu que os regimes de ajuda para os biocombustíveis produzidos na União Européia sejam reduzidos para facilitar o acesso dos que são obtidos em países de desenvolvimento.

A organização pediu mais investimentos em biocombustíveis de “segunda geração” – com tecnologias mais avançadas e maior uso de biomassa vegetal -, pois os rendimentos “em emprego e entradas são mais elevados, e a pressão da terra é inferior”.

A EU Coherence disse que a produção de biocombustíveis em países em desenvolvimento deveria se concentrar em cultivos não-alimentícios para não ameaçar o fornecimento de alimentos básicos.

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