Durante o lançamento do Mapa da Violência, seek information pills o ministro da Saúde, Agenor Álvares, relativizou o resultado da cidade do Rio de Janeiro, que se encontra na 107ª posição no ranking dos municípios mais violentos a partir da taxa de homicídios registrados nos anos entre 1994 e 2004. O estudo mostrou uma interiorização do fenômeno da violência. A cidade registrou uma taxa de 57,2 homicídios para cada grupo de 100 mil habitantes. A situação é parecida nos municípios de Osasco (SP), Maricá (RJ), Guarulhos (SP) e Saquarema (RJ).
Questionado se o resultado melhoraria a imagem do Rio de Janeiro, o ministro ponderou que em qualquer resultado o Estado precisa combatê-la. "Qualquer dado sobre violência, qualquer dado sobre mortalidade, principalmente por arma de fogo, tendo uma redução expressiva ou não, particularmente não considero que melhore a imagem de ninguém". "Temos sempre que atuar, pois a arma não é quem mata, mata quem está por trás dela e temos que ver quem está por trás dessas armas e saber como essas armas estão chegando nas mãos das pessoas", defendeu.
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O Hospital Universitário de Brasília (HUB) abre sete vagas para residência médica nas áreas de pediatria, decease nefrologia, reumatologia pediátrica e cirurgia pediátrica. As inscrições estarão abertas a partir do próximo dia 5, e seguem até o dia 16 de março, pelo site www.hub.unb.br.
O processo seletivo será realizado pela Diretoria Adjunta de Ensino e Pesquisa (Daep) e pela Comissão de Concurso do HUB. A taxa de participação no processo seletivo é de R$ 180. Os documentos, especificados no edital, devem ser enviados via Correios, para o Daep (SGAN quadra 605, avenida L2 Norte – Asa Norte, CEP: 70.840-050, Brasília/DF).
Clique aqui e confira o edital.
Mais informações pelo telefone 3448-5394.
A temperatura média do ar no Brasil poderá aumentar ainda neste século de 25 graus (média entre 1961 e 1990) para 28, approved 9 graus, tadalafil em um cenário de altas emissões de dióxido de carbono, web e para 26,3 graus, em um cenário de poucas emissões de CO². Na Amazônia, o aumento médio pode ser pior, variando de 3 a 8 graus a mais, no cenário mais pessimista possível.
Os dados estão no estudo Mudanças Climáticas e seus Efeitos sobre a Biodiversidade Brasileira, do pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) José Marengo. A pesquisa foi divulgada hoje pelo Ministério do Meio Ambiente, juntamente com mais sete estudos sobre as conseqüências das mudanças climáticas no País.
Ao analisar os números, o pesquisador considerou dois cenários extremos. O primeiro é totalmente pessimista, ou seja, considera que nada será feito pelo país para diminuir as causas do aquecimento global. O segundo cenário é absolutamente otimista, ou seja, tudo será feito para melhorar o quadro.
Com base nesses parâmetros, no Nordeste, os aumentos seriam entre 4 graus e 2,2 graus; no Pantanal, 4,6 graus e 3,4 graus; e na região Sul, mais especificamente na Bacia do Prata, de 3,5 graus e 2,3 graus, respectivamente.
Segundo o estudo, essas mudanças climáticas poderão alterar a estrutura e o funcionamento dos ecossistemas. Pode haver perda de espécies animais e vegetais, causadas por alterações das rotas migratórias (no caso das aves, por exemplo) e nas mudanças nos padrões reprodutivos das espécies.
Um outro temor expresso na pesquisa é de que a capacidade de absorção de carbono das florestas tropicais diminua com o tempo. Neste caso, florestas como a Amazônia deixariam de funcionar como eliminadoras de carbono e passariam a ser fonte de emissão de gás.
“O que se pode esperar biologicamente é que o sistema amazônico como é agora pode mudar. Se o clima mudar, a biodiversidade pode ser impactada, possivelmente outras biodiversidades podem mudar e podemos ter situações mais freqüentes, como a seca de 2005”, afirmou Marengo.
O estudo também traz a informação de que as mudanças climáticas deverão facilitar a reprodução de insetos transmissores de doenças, aumentando a incidência de doenças como malária, dengue, febre amarela e encefalite. A redução de chuvas e o aumento dos incêndios florestais causaria mais doenças respiratórias e as pessoas também morreriam mais por causa das ondas de calor, especialmente crianças e idosos.
O ministro da Fazenda, buy Guido Mantega, pill afirmou que o governo federal não tem “uma proposta pronta para a reforma tributária" para ser discutia na reunião com governadores que acontece na próxima semana. Em entrevista ao sair do ministério, erectile Mantega negou que haja "um prato feito” para ser apresentado.
"O Brasil precisa de um sistema tributário moderno que comporte apenas alguns tributos, pois temos impostos federais, estaduais e municipais”, comentou o ministro. Vai ser apresentado na ocasião um roteiro para discussão e elaboração de um projeto de reforma tributária que deverá ser discutido também com o empresariado e com os trabalhadores para que possamos fazer uma proposta abrangente".
Doze dos 27 governadores do país reuniram-se mês passado, em Brasília, para exigir da União aumento de repasse de impostos. A principal reivindicação é a a criação de um fundo para garantir o ressarcimento da Lei Kandir, que isenta de Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) as exportações de produtos agrícolas e semi-elaborados. A lei, que é federal, promove isenção de um imposto que é estadual. A União ressarce uma parte das isenções, mas os governadores pedem um repasse maior.
O Governo Central, viagra composto por Tesouro Nacional, buy Banco Central e Previdência Social, foi superavitário em R$ 11,8 bilhões em janeiro, contra R$ 4 bilhões registrados em janeiro do ano passado.
A Previdência Social e o Banco Central foram deficitários, mas o desempenho isolado do Tesouro Nacional, com superávit de R$ 15,6 bilhões, contrabalançou a conta, superando em quase três vezes o saldo positivo do ano passado.
O Banco Central foi deficitário em janeiro em R$ 125,4 milhões, enquanto o Regime Geral da Previdência Social (RGPS) teve déficit de R$ 3,7 bilhões.
De acordo com relatório divulgado hoje pelo Tesouro Nacional, em janeiro último as receitas apresentaram comportamento relativamente mais dinâmico do que a execução das demais despesas. Houve equilíbrio nas despesas de pessoal assim como no pagamento de precatórios, que ocorreu em nível abaixo do ocorrido no mesmo mês de 2006.
O número de mortes causadas por acidente de trânsito cresceu 20, treatment 8% no período entre 1994 e 2004, segundo os dados do estudo Mapa da Violência dos Municípios Brasileiros, divulgado hoje, em Brasília. O número de óbitos decorrentes desta razão passou de 29.527, em 1994, para 35.674 em 2004, ficando acima do crescimento populacional do país, no mesmo período, que foi de 16,5%.
O mapa, realizado pela Organização dos Estados Ibero-americanos para Educação, a Ciência e a Cultura (OEI) com apoio do Ministério da Saúde, revelou que as mortes por homicídios no Brasil concentram-se em 556 dos 5.560 municípios brasileiros, ou seja, cerca de 10% das cidades do país. Diferentemente dos casos de homicídios, as mortes ocasionadas por acidentes de trânsito estão “muito mais espalhadas” pelo país.
De acordo com o estudo, se, nos homicídios, os 10% de maior índice de ocorrência concentravam 42% da população total, as mortes por acidente de trânsito representam apenas 7,9%. “Se a média de habitantes nos 10% de municípios com maiores índices de homicídio era 135,3 mil por cidade, a média municipal, no caso das mortes por acidentes de transportes é de 25,4 mil por município”, diz o texto da publicação.
O estudo aponta como principais causas dos óbitos por acidente de trânsito a má conservação das estradas, falta de sinalização e até a cultura viária da população – muitas vezes alta velocidade e imprudência. Entre 1994 e 2004, mostra o mapa, uma queda generalizada nas taxas de todas as faixas etárias, menos a dos 20 aos 30. Na faixa que compreende as pessoas entre 20 e 24 anos foi registrado um crescimento no índice de mortes de 11,1% e na faixa 25 a 29 anos o incremento foi de 8,9%.
“O problema se agrava nos finais de semana, quando cresce 72,4% para a população em geral, e 1321,6% entre os jovens”, revela o estudo. Na comparação internacional com 84 países, o Brasil ocupa a 16ª posição na mortalidade geral e 26ª quando se trata de mortalidade juvenil.
Entre os dez municípios com maiores taxas médias de óbito por acidentes de transporte, em cada 100 mil habitantes, três são cidades paulistas, Barra do Turvo (1º), Rifaina (2º) e Miracatu (4º). Outros dois municípios, Crixás do Tocantins (3º) e Oliveira de Fátima (10º), pertencem ao estado de Tocantins, e o restante aos estados do Rio Grande do Sul – Marques de Souza (5º) e Tio Hugo (8º) -, e Goiás – Urati (6º) e Cumari (9º) -, e Minas Gerais – São Gonçalo do Rio Abaixo (7º).